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500 no jantar inaugural das comemorações dos 75 anos da Sogrape

Família Guedes: Fernando Guedes (pai), Manuel Guedes, Salvador Guedes e Fernando Cunha Guedes (atual CEO).
Família Guedes: Fernando Guedes (pai), Manuel Guedes, Salvador Guedes e Fernando Cunha Guedes (atual CEO).

O primeiro de vários eventos comemorativos dos 75 anos do grupo realizou-se ontem no Solar de Azevedo, em Barcelos.

Meio milhar de convidados – de vários quadrantes empresariais e da economia – participaram, ontem, no Solar de Azevedo, em Barcelos, no jantar inaugural das comemorações dos 75 anos da Sogrape. As celebrações de três quartos de século deverão prolongar-se ao longo deste ano, de acordo com fonte do grupo.

Fundada em 1942, a partir da ideia de um homem que queria “fazer diferente”, a Sogrape cresceu sobre o êxito do Mateus Rosé – diferente por dentro e por fora, o primeiro vinho rosado em garrafa com formato de cantil. Em risco de ficar à mercê de um único produto, investiu nos vinhos do Douro, entre os quais possui o reputado “Barca Velha”, e no vinho do Porto, adquirindo a casa Ferreira e, mais tarde, a Sandeman. Pôs os vinhos verdes na moda com os Gazela. Produz em Espanha, na Nova Zelândia, no Chile e na Argentina, localizando-se 75% dos negócios de mais de 210 milhões de euros (2016) fora do país.

Em cada crise económica e de identidade, a empresa familiar de Avintes, já com a quarta geração a trabalhar no grupo, encontrou soluções ousadas – diferentes! – que lhe tornaram a impulsionar o crescimento até à dimensão atual. Com a ameaça do Brexit do Reino Unido a pairar sobre um dos mercados mais antigos da empresa e a ascensão de Trump a deixar interrogado um dos mercados com maior crescimento, a Sogrape prepara-se para enfrentar este futuro de incerteza com “dívida zero” – algo bem diferente no panorama empresarial – e, tal como no passado, “vontade de investir”.

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