airbnb

Airbnb não pára. Agora quer fazer reserva de viagens

REUTERS/Yuya Shino/File Photo
REUTERS/Yuya Shino/File Photo

Distribuição grossista, aluguer de carros e marcação de voos. Os planos gigantescos do Airbnb para o futuro

Mais um projeto, mais um negócio. Depois do sucesso na reserva de alojamento temporário, e do mais recente negócio como agregador de experiências – restaurantes, espetáculos e eventos -, o Airbnb quer agora aventurar-se na reserva de viagens aéreas.

O projeto Flights, segundo a Bloomberg, deverá passar pela construção de uma ferramenta própria e aquisição de uma agência de viagens ou licenciamento de dados de alguma agência já existente.

O novo negócio não é assim tão surpreendente. Há muito que Brian Chesky acredita que a plataforma que dirige deve ser mais do que um agregador de alojamentos e tem-se esforçado por salientar esta diferença.

“Achamos que viajar pode ser mágico e fácil”, disse o CEO da Airbnb no lançamento do Trips, a mais recente área de negócio do grupo. Inclusivamente a app de experiências contém já uma secção chamada “Locais” onde se oferecem recomendações de locais a visitar.

Mas o gigantismo a que o Airbnb se propõe pode não ficar por aqui. A plataforma também ambiciona fazer distribuição grossista ou aluguer de carros.

A dar gás aos planos estão contas sólidas e um número crescente de utilizadores. A última avaliação ao valor da empresa apontava para 30 mil milhões de dólares e espera-se que consiga uma injeção de 153 milhões de euros em capital de risco depois de em setembro ter fechado uma ronda de financiamento de 555 milhões de dólares.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje

Página inicial

O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca (E), dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (2-E), do Orçamento, João Leão (2-D), e do Tesouro, Álvaro Novo (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Conheça as principais medidas do Orçamento do Estado para 2019

O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (E), do Orçamento, João Leão (2-D), e o Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Dos partidos aos sindicatos, passando pelo PR, as reações ao OE 2019

Outros conteúdos GMG
Airbnb não pára. Agora quer fazer reserva de viagens