Bares e discotecas que mudaram de atividade com quebra de 75% na faturação

A Associação Portuguesa de Bares, Discotecas e Animadores indica que os bares que mudaram atividade tiveram significativas quebras na faturação.

Dinheiro Vivo
Lisboa mantém as restrições impostas pelo Governo e Direção Geral de Saúde no funcionamento de bares e discotecas, alguns deles adaptaram-se e agora servem refeições, mas a maioria está fechada. Rua Nova do Carvalho(Rua Cor de Rosa) © Jorge Amaral/Global Imagens

Há três meses o Governo permitiu aos bares e discotecas a reabertura, implicando a mudança de atividade, adotando as mesmas regras aplicadas a pastelarias e cafés. Ao Eco, a Associação Portuguesa de Bares, Discotecas e Animadores dá conta de que as empresas que fizeram esta mudança têm quebras de faturação "na ordem dos 75%".

A associação reforça a necessidade de medidas específicas para o setor. Mesmo as empresas que reabriram têm pouca afluência de clientes, indica Hugo Cardoso, representante da associação, ao Eco.

O Governo permitiu em julho que os espaços de diversão noturna - que continuam encerrados devido à pandemia - pudessem reabrir com as mesmas regras de pastelarias e cafés, para conseguir gerar receitas. Além da obrigatoriedade de espaços sentados, as regras da DGS impõem ainda a inutilização das pistas de dança, por exemplo.

Em relação a medidas para o setor, a associação sugere a "suspensão de planos de planos de pagamentos fiscais, redução das taxas de IVA, isenção das TSU, incentivos a fundo perdido" ou ainda apoios para pagamentos de rendas.

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