GESTÃO & RH

Apostar nas pessoas como modelo de sucesso

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Team building não é conceito do passado e continua a ajudar empresas a melhorar resultados através do reforço de laços.

É de pessoas que se fazem as empresas e é de resultados que ambas dependem. Quanto mais fortalecida estiver a base, mais segura estará toda a estrutura. Esta é a fórmula que, na gíria empresarial, se traduz no espírito de equipa, um pilar que a Galileu, empresa especializada em ações de team building, ajuda a potenciar noutras organizações, acreditando na relação direta entre o ambiente da equipa e a forma como trabalha em conjunto

A empresa, pertencente ao Grupo Rumos, foi criada em 1991 e desde então que o negócio “tem crescido bastante tanto em número de ações como na dimensão das mesmas”, com uma base de clientes que continua a aumentar em quantidade e diversidade. Quem o diz é a diretora-geral da Galileu, Cláudia Vicente, que detalha e diz que a firma é procurada por “pequenas, médias e grandes empresas dos mais variados setores, como banca, seguros, saúde, educação, indústria automóvel ou distribuição”. Das várias ações disponíveis, “entre as mais procuradas está a On Spotlight, em que os participantes desempenham diversas atividades circenses, o Teamwork à la carte, em que os participantes são aprendizes a chef e preparam o seu próprio jantar em equipas”.

Só este ano, a Galileu realizou 20 ações de team building. Ao Dinheiro Vivo, a gestora realça que, mesmo com a evolução do mundo digital, que facilitou a comunicação à distância a troco do convívio pessoal, não houve uma “quebra” na procura pelos serviços da Galileu, pelo contrário. “Cada vez mais somos procurados para ajudar no processo de transformação digital, nomeadamente através de eventos que trabalham essas competências, ao mesmo tempo que criam desafios tecnológicos ajustados ao nível dos participantes, de forma a que saiam do evento mais tecnológicos”, explica.

O conceito de team building ainda divide opiniões de gestores, entre aqueles que acreditam na relação direta entre o espírito da equipa e os resultados da empresa e os que consideram ser uma prática dispensável. A este último grupo a gestora garante, mesmo sem números concretos, que o team building é “uma das metodologias que mais resultados traz a nível da motivação, comunicação, criação de sinergias, ligação à marca e sentido de pertença”. Por isso, acrescenta, “a transformação do grupo é notória quando comparado com o antes. Temos evidência de pessoas que trabalhavam há anos em departamentos diferentes na mesma empresa e que quase não comunicavam a não ser o processual. Depois de um team building, passaram a compreender melhor os objetivos e as perspetivas diferentes de cada departamento da organização, comunicam melhor entre si, são mais tolerantes, assertivas e positivas”.

Com o passar dos anos, a empresa alargou a sua área geográfica de atuação. Hoje, tem centros de formação em Faro, Lisboa, Aveiro, Porto e Braga. “Esta cobertura nacional permite-nos conhecer a realidade local das organizações”, aponta Cláudia Vicente, garantindo que, mesmo para as empresas de maior porte e menores recursos financeiros para eventos de igual dimensão, existe “flexibilidade de soluções para ter em conta as necessidades de firmas com elevado número de recursos”. Mesmo assim, nota, estas são “as empresas que mais procuram atividades deste género”.

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