Comércio a retalho

Aproveitar legumes feios dá prémio ao dono do Pingo Doce

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Foto: Leonardo Negrão/Globalimagens

Aproveitar legumes feios, os chamados de "vegetais não-normalizados", para fazer produtos próprios, tem sido a missão do Pingo Doce.

Uma das ações que contou para o grupo Jerónimo Martins ter sido reconhecido com um prémio Ruban d’Honneur, na categoria de Award for Environmental and Corporate Sustainability, dos European Business Awards 2015/2016, que envolveram mais de 32 mil empresas de 33 países.

Integrada no projeto “Combate ao Desperdício Alimentar em Todas as Frentes”, em Portugal, a ação do aproveitamento dos vegetais não-normalizados, antes abandonados nos campos, levou o grupo a desenvolver um processo de compra aos fornecedores para a sua introdução nas receitas da área de negócio de Meal Solutions do Pingo Doce.

Feitas as contas, foram incorporadas mais de 3.400 toneladas destes alimentos nos dois últimos anos. Só nas lojas cash-and-carry do Recheio, mas também na chamada 4.ª gama de vegetais previamente cortados e embalados para saladas e sopas da Marca Própria do Pingo Doce foram vendidas a preços mais baixos mais de 14.300 toneladas destes produtos.

Paralelamente, o grupo promove uma política de doação a instituições de solidariedade social em Portugal de produtos alimentares que, “encontrando-se perto do fim da validade ou que não possam ser comercializados, cumprem todos os critérios de segurança alimentar”, refere em comunicado.

Mais, acrescenta a Jerónimo Martins, em 2014 e 2015 este apoio chegou a 600 instituições e representou cerca de 17.500 toneladas de géneros alimentares, o equivalente a mais de 29 milhões de euros.

Agora, o grupo foi distinguido entre 678 empresas nacionais, por um painel de jurados constituído por líderes políticos, empresariais, académicos bem como por empreendedores, “num prémio que considera as operações de negócio num contexto social, cultural e económico”, segundo sua definição.

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