Grande Conferência Empresas na Caixa

Aqui começam muitas paletes de comprimidos

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A Metalúrgica Lurga produz máquinas e ferramentas de compressão
de alta precisão para a indústria farmacêutica e alimentar, uma
tecnologia usada no fabrico de comprimidos. A atividade da empresa
começou há cerca de 45 anos, quando José Paulino, diretor-geral,
decidiu ser “patrão para tomar conta da própria vida”. Ao longo
dos anos, a Lurga especializou-se neste tipo de ferramentas; por
isso, quem lá trabalha diz com orgulho que a empresa é consultada
sempre que os clientes necessitam de uma solução de qualidade.

O processo de internacionalização começou pouco depois do 25 de
Abril: “Muitas empresas saíram do País e nós fomos atrás.
Tínhamos algumas referências bastante boas, por isso o processo de
internacionalização correu bem”, conta José Paulino.

Atualmente, a Lurga fornece ferramentas para todas as máquinas de
compressão e exporta 80% da produção. Está presente em 12 países
da Europa, África e América do Sul – ficando de fora os PALOP que,
segundo o diretor-geral, “não têm nada que valha a pena investir
do ponto de vista comercial porque ainda não têm laboratórios”.

A parceria com a Caixa surgiu em 2010, por via da expansão do
negócio e da consolidação de mercado da empresa. José Paulino
revela que o interesse partiu da própria entidade bancária. “Eles
interessaram-se por nós e pelos nossos negócios. Mudámos de
instalações e criámos uma fábrica com cabeça, tronco e membros,
no Parque Industrial do Olaio, na Bobadela. Aumentámos a produção
e o quadro de pessoal em cerca de 15%”, para os atuais 40
colaboradores, descreve o proprietário da Metalúrgica Lurga para
quem as taxas de juros praticadas pela Caixa são “aceitáveis”.

O empresário considera que o papel que a Caixa Geral de Depósitos
desempenha na Metalúrgica Lurga, que faturou 2,2 milhões de euros
no ano passado, é “muito importante na estratégia de
desenvolvimento”. E essa estratégia passa por consolidar os
mercados onde a empresa já tem presença. Além disso, José Paulino
quer desenvolver o negócio na Argentina e no Chile e ajustar a
eficiência da empresa através de um “controlo de custos muito
exigente e apertado”.

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