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ASAE aprendeu 8 garrafas de vinho falsas. Se fossem genuínas valiam 4500 euros

Fotografia: D.R.
Fotografia: D.R.

A ASAE aprendeu oito garrafas de vinho "sobre as quais recaem fortes suspeitas de serem falsificadas". Se fosse genuínas valiam 4500 euros.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) esteve nos últimos meses a desenvolver investigações no âmbito do combate à fraude sobre mercadorias na área dos vinhos e, durante essas investigações, apreendeu garrafas de vinho, relativamente às quais suspeitam que sejam falsificadas.

“A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, através da sua Unidade Nacional de Informações e Investigação Criminal (UNIIC), desenvolveu, nos últimos meses, investigações no âmbito de combate à fraude sobre mercadorias e contrafação, na área dos vinhos, com especial enfoque no mercado digital. No decurso dessa atividade, procedeu à apreensão de 8 garrafas de vinho tinto, sobre as quais recaem fortes suspeitas de serem falsificadas, ostentando a marca “Barca Velha”, das colheitas de 1978, 1982 e 2004, que estavam à venda em plataformas da internet (sites e leilões). As garrafas a serem comercializadas como genuínas, poderiam vir a atingir um valor de mercado superior a 4500 euros”, pode ler-se no comunicado.

A ASAE explica que estas garrafas de vinho podem enganar os consumidores em relação à sua autenticidade “não só pelas afirmações na venda, pelos valores pedidos, mas também, pelas reproduções em si (rotulagem e apresentação geral, cujo envelhecimento é consonante com a suposta idade da colheita)”.

As apreensões destas garrafas de vinho foram apreendidas no decurso de dois processos-crime, “por suspeita da prática dos crimes de fraude, usurpação de denominação de origem, fabrico e venda de artigos contrafeitos, tendo sido identificados para já, dois indivíduos do sexo masculino, que vendiam em nome individual”.

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica alerta ainda que: “as compras através de meios eletrónicos ou à distância exigem uma cautela acrescida e uma decisão informada por parte do consumidor, para prevenir ou diminuir o risco de fraude, quer nos produtos, quer nos meios de pagamento”.

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