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Assembleia geral da Pharol foi suspensa

Luís Palha da Silva, presidente do Conselho de Administração da Pharol
Luís Palha da Silva, presidente do Conselho de Administração da Pharol

A Assembleia geral da Pharol está suspensa, devendo os trabalhos serem retomados no próximo mês.

A Assembleia-geral da Pharol foi suspensa e adiada para dia 8 de fevereiro. Em cima da mesa da reunião magna da companhia liderada por Luís Palha da Silva estava a renovação do mandato da administração da empresa, bem como a nomeação de um novo administrador em representação da brasileira Oi, elevando para 11 o número de administradores da companhia.

A suspensão foi proposta pelo Novo Banco, sabe o Dinheiro Vivo.

A Pharol fechou recentemente um acordo com a Oi, para a retirada dos processos judiciais, com a companhia a comprometer-se em participar no aumento de capital da operadora brasileira na qual é um dos acionistas de referência. O acordo tem ainda de obter luz verde da Tribunal da 7ª Vara do Rio de Janeiro, que tem em mãos o processo de recuperação judicial da Oi. O juiz tem 45 dias para homologar o acordo. Uma das condições do acordo passa também pela aprovação do administrador proposto pela Oi para o conselho de administração da Pharol.

Foi este acordo que motivou a proposta do Novo Banco para a suspensão da reunião magna de acionistas. Face à existência de um acordo entre a Pharol e Oi, o Novo Banco pretende que os acionistas reflitam sobre o ponto em agenda relativo à nomeação do administrador proposto pela Oi, sabe o Dinheiro Vivo.

O único ponto em agenda na assembleia geral extraordinária de acionistas desta sexta-feira já tinha transitado da reunião magna de 23 de novembro do ano passado, onde a companhia obteve autorização dos acionistas para um eventual reforço do capital social da Pharol, dando-lhe capacidade para participar no aumento capital da Oi previsto no plano de recuperação judicial da operadora brasileira.

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