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Autoestradas rendem mais dinheiro à Brisa no primeiro semestre

Fotografia: Leonel de Castro / Global Imagens
Fotografia: Leonel de Castro / Global Imagens

Concessionária registou lucros de 62 milhões de euros até junho, mais 27,3% do que no mesmo período de 2017.

Os portugueses utilizaram mais as autoestradas e pagaram mais portagens na primeira metade 2018. Isto permitiu à Brisa Concessão, a gestora de autoestradas, registar lucros de 62 milhões de euros até junho, mais 27,3% face ao mesmo período de 2017, de acordo com os resultados divulgados esta sexta-feira junto da CMVM – Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

Além do aumento da receita das portagens, a Brisa Concessão beneficiou da duplicação dos proveitos das áreas de serviço.

As receitas das portagens cresceram 6,2% para 267,3 milhões de euros mesmo que o tráfego nestas vias tenha crescido 4,1% no primeiro semestre, “apesar das fracas condições atmosféricas”. Todas as autoestradas foram mais utilizadas: o destaque vai para a A9 (CREL) e a A10 (autoestrada que liga a CREL à A1 e à A13), que registaram um aumento de tráfego superior a 9%.

Nas áreas de serviço, as receitas duplicaram 127,1% para 7,6 milhões de euros, beneficiando da “renegociação de contratos”.

Os custos da Brisa Concessão aumentaram 4,2% para 67,1 milhões de euros devido ao aumento das despesas com o ” Sistema Nacional de Proteção contra Incêndios Florestais”.

A dívida líquida da empresa caiu para 1,979 mil milhões de euros até junho, menos 6,1% face ao período homólogo de 2017.

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