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Metro: Autorizados 6 milhões para sistemas de acionamento elétrico de portas

Fotografia: Filipe Amorim/ Global Imagens
Fotografia: Filipe Amorim/ Global Imagens

O Governo autorizou seis milhões de euros para o Metro de Lisboa adquirir e instalar um sistema de acionamento elétrico para as portas das carruagens.

O Governo autorizou seis milhões de euros para o Metropolitano de Lisboa adquirir e instalar um sistema de acionamento elétrico para as portas das carruagens, segundo portaria publicada hoje em Diário da República.

De acordo com a portaria, assinada pelos gabinetes do ministro do Ambiente e do secretário de Estado do Orçamento, o valor global dos encargos relativo ao contrato “Prestação de serviços para aquisição e instalação de um sistema de acionamento elétrico para as portas de passageiros do material circulante”, com prazo previsto de execução de 36 meses, será repartido por cinco anos.

Para 2018 vai ser destinado um milhão de euros, e 1.260.162,60 euros para os anos seguintes até 2021, enquanto para 2022 a verba é de 1.219.512,20 euros, aos quais acresce IVA à taxa legal em vigor.

Segundo a portaria, o montante fixado para os anos económicos de 2019, 2020, 2021 e 2022 poderá ser acrescido do saldo apurado no ano anterior.

Na sexta-feira passada, o Governo autorizou o Metropolitano de Lisboa a adquirir sete novas composições e a modernizar os sistemas de sinalização e segurança, num investimento de 210 milhões de euros.

O anúncio foi feito pelo ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, na Assembleia da República, durante uma audição sobre o plano de expansão do Metropolitano de Lisboa e a situação das ligações fluviais com Lisboa, e resultou de um conjunto de resoluções aprovadas nesse dia em Conselho de Ministros.

Relativamente à aquisição das sete composições (14 unidades triplas), João Matos Fernandes referiu que se trata de um investimento de 110 milhões de euros e que o concurso será lançado em julho.

Já o novo sistema de sinalização e segurança será aplicado nas linhas azul, amarela e verde, e representa um investimento de 100 milhões de euros.

Ambas as medidas serão financiadas pelo Fundo Ambiental, segundo o ministro do Ambiente.

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