Bicicletas partilhadas da Bolt chegam a Portugal

Plataforma de transportes estreia bicicletas elétricas partilhadas em Lisboa e passa a apresentar todas as deslocações de mobilidade em Portugal.

As bicicletas partilhadas da Bolt chegaram a Portugal. Lisboa é a quarta cidade em toda a Europa a receber este veículo de duas rodas da plataforma de transportes da Estónia, segundo a informação divulgada esta segunda-feira.

As bicicletas partilhadas da Bolt são elétricas e não têm qualquer custo de desbloqueio. Cada minuto de utilização custa 10 cêntimos, menos dois cêntimos do que as trotinetas elétricas partilhadas, disponíveis em Portugal desde fevereiro.

Para usar as bicicletas, é necessário descarregar a aplicação móvel da Bolt e, depois, reservar o veículo ou então digitalizar o código QR. Na aplicação da Bolt, é possível reduzir a velocidade máxima dos 25 km/h para os 15 km/h

"As bicicletas elétricas são uma alternativa perfeita para reduzir o congestionamento, mas para se tornarem num meio ecológico de transporte urbano viável, precisam de ser acessíveis para quem vive na cidade. Neste sentido, o nosso modelo de negócio permite-nos oferecer o melhor preço", destaca o responsável da Bolt para o mercado português, David Ferreira da Silva, citado em comunicado enviado ao Dinheiro Vivo.

Para a Bolt poder lançar este serviço em Portugal foi necessária a autorização da câmara de Lisboa. "É importante o surgimento de novos serviços na cidade que venham facilitar as deslocações dos habitantes, sendo que o lançamento das bicicletas elétricas da Bolt é mais um passo positivo neste sentido, especialmente na fase pandémica que atravessamos", assinala o vereador da Mobilidade, Miguel Gaspar.

A Bolt é a segunda plataforma de mobilidade que consegue reunir trotinetas, bicicletas e veículos de transporte de passageiros (TVDE), seguindo o comportamento da Free Now. Esta plataforma, além destas opções, disponibiliza ainda os táxis.

A Uber conta com TVDE e trotinetas partilhadas, depois de ter ficado com os veículos que pertenciam à Lime. A Uber, até ao início deste ano, tinha o próprio serviço de veículos partilhados, a Jump, que cessou as operações.

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