Boeing reduz prejuízos para 109 milhões de euros até setembro

A Boeing refere que entre janeiro e setembro faturou 11% acima do valor alcançado no mesmo período do ano passado.

O construtor aeronáutico norte-americano Boeing anunciou esta quarta-feira um prejuízo de 126 milhões de dólares (109 milhões de euros) de janeiro até setembro, reduzindo em 96% as perdas que registou no mesmo período de 2020.

No terceiro trimestre de 2021, a empresa teve um prejuízo de 132 milhões de dólares, menos 72% na comparação com o período homólogo, enquanto as receitas aumentaram 8% para 15.278 milhões de dólares.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, a Boeing referiu que entre janeiro e setembro faturou 47.493 milhões de dólares, 11% acima do valor alcançado no mesmo período do ano passado.

A Boeing parece começar a ver a luz ao fundo do túnel após uma primeira crise devido a acidentes mortais com dois aviões 737-MAX e depois uma outra causada pela pandemia de covid-19.

O líder da empresa, David Calhoun, atribuiu a melhoria dos resultados ao impulso na procura registado no mercado, associado às campanhas de vacinação contra a covid-19 e à reabertura de fronteiras.

No entanto, a Boeing continua a enfrentar alguns problemas e no último trimestre avisou que os defeitos detetados no seu modelo 787 Dreamliner vão ter custos de mil milhões de dólares.

Por áreas de negócio, a Boeing obteve maiores receitas na área de defesa, espaço e segurança (6.617 milhões de dólares) e na aviação comercial (4.459 milhões de dólares).

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