banca

BPI fecha mais dois balcões no Porto e em Lisboa no final de abril

Balcão do banco BPI. Fotografia: Manuel Azevedo
Balcão do banco BPI. Fotografia: Manuel Azevedo

O Banco BPI vai fechar mais dois balcões no final deste mês, um no Porto e outro em Lisboa, à semelhança do que ocorreu em março.

O Banco BPI vai fechar mais dois balcões no final deste mês, um no Porto e outro em Lisboa, à semelhança do que já tinha feito em março, segundo informação interna a que a Lusa teve acesso.

Em 27 de abril irão fechar os balcões Praça da Galiza, no Porto, e o balcão Paço do Lumiar, em Lisboa.

A domiciliação das contas dos clientes passará para outros balcões, nomeadamente para as agências Boavista — Júlio Dinis e Lumiar.

Já em final de março, o BPI tinha encerrado dois balcões, no caso o balcão na Rua Infante D. Henrique, no Porto, e o balcão Chelas, em Lisboa.

O BPI vem reduzindo o número de balcões há vários anos, um processo que desacelerou mais recentemente, mas que não estancou.

No final de 2017, o BPI tinha 431 balcões em Portugal, menos 14 do que os 445 de 2016. O BPI tinha ainda, em dezembro passado, 39 centros de investimento e 35 centros de empresas, no total de 505 unidades comerciais, segundo dados do próprio banco.

A redução de agências em 2017 inclui o fecho de sete balcões na sucursal de França (que são contabilizados pelo banco na operação em Portugal).

Quanto a trabalhadores, saíram no ano passado 594 pessoas, tendo o banco que pertence ao grupo espanhol CaixaBank 4.931 funcionários em Portugal em dezembro passado.

A redução de agências e de trabalhadores tem sido comum a muitos bancos, e não deverá ficar por aqui, quer devido à necessidade de reduzirem custos para melhorarem a rentabilidade, quer devido ao processo de digitalização e automação da indústria bancária que reduzirá a necessidade de funcionários e de balcões presenciais.

O BPI realiza em 20 de abril, próxima sexta-feira, a assembleia-geral anual de acionistas, no Porto, em que, além da aprovação das contas de 2017, está na ordem de trabalhos uma proposta de aumento do número de membros do Conselho de Administração, de 19 para 20, e a eleição de António José Cabral (foi conselheiro do anterior presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso) para preencher a nova vaga.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Fotografia: Rui Manuel Ferreira/Global Imagens

Emprego dos jovens que acabaram agora o curso regressa a níveis pré-troika

Foto: Sonae

Cláudia Azevedo, desafios de uma sucessão na continuidade da Sonae

O antigo ministro da Economia, Manuel Pinho, durante a sua audição na Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, sobre o seu alegado relacionamento, enquanto Ministro da Economia e da Inovação, e o setor privado, Assembleia da República em Lisboa, 17 de julho de 2018. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Manuel Pinho: “PSD é o pai dos CMEC e a mãe das barragens”

Outros conteúdos GMG
BPI fecha mais dois balcões no Porto e em Lisboa no final de abril