BPP: novas provas de como 11,6 milhões foram desviados pelos administradores

O total de 75 novos documentos aguardam a decisão do coletivo de juízes que está a julgar o caso.

O Banco Privado Português (BPP), em liquidação, diz ter novas provas sobre como 11,6 milhões de euros do banco foram desviados para a esfera pessoal de João Rendeiro, Salvador Fezas Vital, António Guichard Alves e Fernando Lima, antigos administradores que estão a ser julgados, juntamente com mais outros dois arguidos, por fraude fiscal qualificada, abuso de confiança e branqueamento de capitais, noticia esta segunda-feira o Público.

O total de 75 novos documentos aguardam a decisão do coletivo de juízes que está a julgar o caso.

As novas provas, segundo o Ministério Público, não resultam em mais crimes para os arguidos, nem num aumento das sanções a aplicar, mas alteram a forma como os mesmos ocorreram, conforme o que está descrito à acusação. E quer ouvir mais testemunhas.

A defesa dos arguidos alega ilegalidades na obtenção das provas argumentando que o banco não tem legitimidade para fazer investigações privadas, com o julgamento prestes a terminar.

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