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Bricomarché quer abrir três lojas. E tem um novo público-alvo: mulheres

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Cadeia tem planos de abertura de 3 a 4 lojas ano até 2020. Este ano vai investir 9 milhões em três novas lojas. A primeira é já em julho.

A Bricomarché vai abrir três novas lojas este ano, a primeira vai ser já em julho em Vila do Conde. Um investimento na ordem dos 9 milhões de euros. A cadeia de bricolage do grupo Os Mosqueteiros tem um novo público-alvo: as mulheres. Cadeia gerou o ano passado um volume de negócios de 99 milhões de euros.

“Este ano vamos abrir mais três lojas – duas situadas no norte e uma no centro-este, perto da fronteira espanhola. A loja de Vila do Conde está pronta para uma abertura ao público no mês de julho de 2017”, adianta Pedro Subtil, administrador do Bricomarché, ao Dinheiro Vivo.

“Estamos sempre a avaliar novas oportunidades de negócio que se mostrem viáveis e atrativas, porque cada loja representa um investimento médio de 3 milhões de euros. Como temos previstas três inaugurações, o investimento total rondará os 9 milhões e irá permitir a criação de 60 novos postos de trabalho”, continua o administrador da cadeia de bricolage.

O ano passado a cadeia já tinha investido em mais duas lojas (Malveira e Taveiro), parte de um plano de expansão até 2020 do Grupo Mosqueteiros, no montante de 280 milhões de euros anunciado em 2015.

“Até 2020 os objetivos estão bem definidos e o maior investimento de 60 milhões de euros será para novas construções: pelo menos mais 15 lojas para chegar às 50 unidades no mínimo, criando assim 350 postos de trabalho com pessoas locais”, frisa Pedro Subtil. Neste momento, a cadeia já tem 35 lojas.

A cadeia tem vindo a modernizar a sua rede (“conseguimos modernizar 100% do nosso parque”) com um intuito. “É nosso objetivo conseguir atrair outro tipo de públicos, nomeadamente o feminino – que sabemos ser, muitas das vezes, quem decide e escolhe os materiais de bricolage, decoração e jardim”, justifica Pedro Subtil. Além disso, “vamos continuar a aposta no nosso projeto de proximidade, levando o nosso conceito de Bricomarché a mais localidades do país”.

A estratégia de expansão passa por uma maior capilaridade da rede. “Portugal é um mercado muito concentrado nas duas grandes zonas urbanas – Lisboa e Porto. Por isso, o Bricomarché, à semelhança de outras insígnias do grupo Os Mosqueteiros, desenvolveu um modelo de loja que se torna mais fácil de implementar em cidades mais pequenas”, esclarece Pedro Subtil.

“A região sul é uma área com muito turismo e com a chegada de cada vez mais reformados que procuram instalar-se em Portugal vamos reforçar o nosso desenvolvimento nesta parte do país já no próximo ano”. “Vamos abrir lojas a um ritmo de 3 a 4 por ano, durante os próximos anos”.

A cadeia fechou o ano passado com um volume de negócios de 99 milhões de euros, um aumento de cerca de 14% face ao ano anterior. Atualmente, representa 5% do negócio do grupo Os Mosqueteiros. 2017 tem dado sinais positivos. “Nos primeiros cinco meses continuámos a registar um crescimento de dois dígitos em alguns meses. Agora, com o bom tempo, serão favorecidas as vendas de produtos para o ar livre e jardinagem”, diz Pedro Subtil.

“Estamos certos que o nosso plano de expansão para os próximos 5 anos, vamos conseguir atingir a meta dos 150 milhões de euros que resultará numa quota de 23% no mercado das grandes superfícies de bricolage”, acredita o administrador.

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