Autoestradas

Tráfego nas autoestradas cresce sustentado nos veículos pesados

Fotografia: D.R.
Fotografia: D.R.

A Circular Regional Exterior de Lisboa (CREL ou A9) voltou a ser a autoestrada da Brisa com maiores níveis de crescimento no período considerado

O primeiro trimestre de 2017 confirmou a tendência de crescimento de tráfego nas autoestradas operadas pela Brisa, já identificado ao longo de todo o ano passado, ainda que a um menor ritmo. De acordo com dados da concessionária, o tráfego médio diário nos primeiros três meses do ano subiu 4,4% face ao mesmo período de 2016, descontando o efeito do ano bissexto.

Tal como já vinha ocorrendo no ano passado, voltaram a ser os veículos pesados os principais responsáveis pela subida do tráfego, ainda que a tendência tenha sido a mesma ao nível dos ligeiros. Segundo a atualização dos dados agora enviada pela Brisa à CMVM, registaram-se no início de 2017 mais 12,4% de pesados nas autoaestradas e mais 3,9% veículos ligeiros.

A Circular Regional Exterior de Lisboa (CREL ou A9) voltou a ser a autoestrada da Brisa com maiores níveis de crescimento no período considerado, com um salto de 12,5% no tráfego médio diário contabilizado pela concessionária. Já a A13 (Almeirim/Marateca) surge na posição oposta, tendo registado uma subida de apenas 1,4% entre janeiro e março.

Segundo os dados avançados pela Brisa, o primeiro trimestre do ano ficou marcado por dois fatores que influenciaram a comparação com 2016, nomeadamente o efeito Páscoa – que não contou para o tráfego até março deste ano e o efeito negativo do ano bissexto.

Olhando apenas para o crescimento orgânico, diz a Brisa, o crescimento do tráfego teria atingido os 6,5% no primeiro trimestre – o que ficaria em linha com os trimestres anteriores -, uma subida que, descontando o “efeito Páscoa” e o “efeito Bissexto”, que a empresa avalia em 3,2 p.p., colocou a subida em 3,3%, abaixo das subidas próximas dos 7% registadas nos quatro trimestres de 2016.

Os dados partilhados pela Brisa:

Fonte: Brisa

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