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Cabovisão agora é Nowo. Em 2 anos quer 10% de quota de mercado

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Operadora deixa de ter na sua oferta fidelização de 24 meses. O máximo é de um ano. Oferta base parte de 19,99 euros: inclui internet e 33 canais

A Cabovisão é agora Nowo (lê-se novo) e em dois anos quer ter 400 mil clientes e conquistar uma quota de 10% de receitas no mercado, anunciou Miguel Veiga Martins, CEO da companhia que desde setembro do ano passado tem novos acionistas, na conferência de apresentação da nova marca e estratégia de mercado.

“A nossa ambição é voltar a conquistar 10% de quota de mercado que a Cabovisão já teve. Neste momento estamos com cerca de 5 a 6% e em dois anos queremos atingir os 10%. Temos rede e ambição para isso”, garante o desde maio CEO da operadora de telecomunicações. Ao nível de número de clientes, a meta é crescer dos atuais cerca de 220 mil para entre 400 a 500 mil. Neste momento, a empresa tem 900 mil casas ligadas com a sua rede.

O foco da empresa vai ser nas atuais áreas onde atua, mas Miguel Veiga Martins admite que a Nowo poderá apostar na expansão da rede para zonas perto das capitais de distrito onde estão presentes. Nos próximos 2/3 anos, a empresa pensa investir 30 milhões de euros.

O modelo de negócio das telecomunicações está saturado. Não acredito que as receitas cresçam se não se mudar o modelo de negócio”, defende o CEO. Por isso, à semelhança do nome da nova marca, a operadora avança para o mercado com uma oferta e posicionamento novo. Miguel Veiga Martins fala de uma proposta “melhor e mais justa para os clientes”.

E por onde passa essa proposta? Pela abandono do conceito de pacotes transversal no mercado (só voz e móvel representa 40% do mercado) e de ofertas com fidelização com 24 meses. Na Nowo há apenas fidelização de 6 a 12 meses, bem como de ofertas sem fidelização em que o consumidor paga, neste caso, um custo de instalação. Consoante o tipo de serviços contratos, mesmo, o consumidor poderá ter de desembolsar entre 50 a 150 euros, adianta Miguel Veiga Martins, abaixo dos valores da concorrência, diz.

Um posicionamento que visa responder aos clientes das operadores, que têm na falta de flexibilidade dos pacotes e a fidelização as principais queixas.

“Vamos usar uma estratégia disruptiva que vai trazer mais justiça ao mercado e liberdade de escolha: o clientes pode escolher os serviços que quer e não um pacote pré-definido”, diz.

A oferta base começa com Internet de 100 megas, onde está incluído a oferta de 33 canais de televisão analógica, por 19,99 euros. Depois, através de um simulador presente online e nas lojas, os clientes podem ir construindo a oferta de serviços, bem como optar se querem ou não fidelização associada.

Adicionar um cartão de comunicações móveis tem um custo associado de 7 euros. Desde abril, que a Cabovisão (agora Nowo) e a Oni (do mesmo grupo) operam num sistema de operador virtual móvel sobre a rede da PT/Meo. “Já chega a 10% da nossa base de clientes”, revela Miguel Veiga Martins.

Desde setembro do ano passado que a agora Now tem novos acionistas, os fundos Apax França e Fortino Capital. Acionistas que vieram para ficar, garante Miguel Veiga Martins. “Vão investir e querem construir a nossa transformação”, diz.

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