Café Joyeux. Há um ano a fazer a diferença e a crescer em Portugal

O projeto solidário nasceu com o objetivo de empregar para formar pessoas com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento. Até 2026 o objetivo é abrir seis cafés-restaurantes.

Há um ano abria em Lisboa o Café Joyeux, um projeto solidário que nasceu com o objetivo de empregar para formar pessoas com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento. Esta quarta-feira, 12 meses depois da sua primeira abertura ao público, a família Joyeux já cresceu - tem agora dois cafés abertos, em São Bento e no Edifício Ageas Portugal e emprega 12 colaboradores e seis supervisores especializados.

O terceiro espaço está previsto nascer no próximo ano em Cascais e vai contar com 12 novos colaboradores.

Filipa Pinto Coelho, presidente executiva da instituição, revela que existem já vários pedidos de abertura de novos cafés Joyeux, a nível nacional, e que até 2026 o objetivo é atingir a autonomia, abrir seis cafés-restaurantes e alcançar o objetivo de ter 60 colaboradores Joyeux contratados.

As novidades continuam e como o projeto Joyeux quer crescer, criou a sua marca de café, cujas receitas vão ser investidas em novos espaços no nosso país. O café poderá, ainda durante este mês, ser comprado no espaço da Rua de São Bento ou encomendado nova loja online joyeux.pt.

"No Café Joyeux apostamos na revelação de talentos, na formação e valorização das competências individuais, e experienciamos diariamente o impacto de promover a troca de olhares com a diferença, colocando-a no coração das nossas vidas e das nossas cidades. É um trabalho que fazemos em equipa todos os dias, com o apoio fundamental de todos - colaboradores e suas famílias, clientes, voluntários, equipa e parceiros que apoiam a nossa missão. Só assim é possível contribuir para uma sociedade verdadeiramente inclusiva, pois vê na diferença uma mais-valia pessoal e profissional.", afirma Filipa Pinto Coelho.

Neste primeiro ano de atividade, o Café Joyeux já proporcionou mais de 14 mil horas de formação, celebrou sete contratos de trabalho com jovens com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento (estando mais seis em vias de ser assinados) e acompanhou mais de 60 jovens em treino de autonomia em diversas atividades inclusivas.

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