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Canal 11 da Federação arranca 1 de agosto nas plataformas de televisão paga

Ricardo Quaresma e Cristiano Ronaldo celebram o golo contra a seleção do Irão. Fotografia: REUTERS/Ricardo Moraes
Ricardo Quaresma e Cristiano Ronaldo celebram o golo contra a seleção do Irão. Fotografia: REUTERS/Ricardo Moraes

Canal da Federação irá ficar disponível no pacote base das operadoras na posição 11, iniciando emissões em agosto com o arranque da temporada

O 11, o canal de televisão da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), arranca com emissões a 1 de agosto nas três plataformas de televisão paga. A Federação já assinou contrato para distribuição com a Altice (Meo), NOS e Vodafone.

“É com muita satisfação que a FPF regista o entusiasmo de Altice, NOS e Vodafone num projeto que vai procurar divulgar todo o futebol português e trazer mais rapazes e raparigas para a prática deste desporto em que as três marcas estão presentes e que tanto têm ajudado a desenvolver”, diz Fernando Gomes, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, citado em nota publicada no site da Federação.

Nuno Santos, antigo responsável da RTP e da SIC, dirige o novo canal que, além da plataforma de televisão paga terá conteúdos para plataformas digitais como o Facebook, Instagram, YouTube ou WhatsApp.

“Não temos nenhuma semelhança com os canais de clube, não somos um canal corporativo e não somos o canal da Federação. Somos a plataforma de conteúdos do futebol português”, diz Nuno Santos, em entrevista ao Público.

O 11 tem como acionista a Federação, que financia em cerca de 1 milhão o canal, com as receitas receitas a serem oriundas dos acordos de distribuição das plataformas, “estrutural para a nossa existência”, bem como publicidade e venda de conteúdos para os mercados externos onde estão as comunidades portuguesas.

“A recetividade da UEFA ao nosso projeto foi tão boa que investiu, por exemplo, no edifício onde estamos (na Cidade do Futebol) e nos equipamentos”, diz Nuno Santos. O diretor afastou um cenário de ser lançado um canal subsidiário premium – “não é essa a nossa vocação” – nem de conteúdos de competições internacionais fazerem parte da grelha. “No nosso horizonte nunca esteve a possibilidade de termos os direitos das principais competições e ser um concorrente nessa área. Não é a natureza do 11”.

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