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Carlos Ghosn acusado de quebra de confiança e de esconder rendimentos

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Carlos Ghosn foi acusado esta sexta-feira de quebra de confiança e de esconder rendimentos da autoridade tributária.

O ex-presidente da Nissan, Carlos Ghosn, foi acusado esta sexta-feira, 11 de janeiro, de quebra de confiança e de esconder rendimentos da autoridade tributária, de acordo com o Tribunal Distrital de Tóquio. O advogado do ex-presidente da Nissan informou que vai pedir a libertação do seu cliente sob fiança.

Ghosn foi detido a 19 de novembro por alegadamente ter falsificado relatórios financeiros que não reportavam os cerca de 5 bilhões de ienes (38 milhões de euros) que deveria receber ao longo de cinco anos, até 2015, acordados com a Nissan.

Ghosn, Greg Kelly, outro executivo daquela empresa e a própria Nissan como entidade legal foram acusados ainda de terem escondido rendimentos entre os anos fiscais de 2015 a 2017. A Nissan, em comunicado citado pela Reuters, indica que toma estas acusações muito a sério e “expressa o seu profundo arrependimento por qualquer preocupação que tenha sido causada aos acionistas”.

A Nissan “vai continuar com os seus esforços para fortalecer a governança e conformidade, incluindo através da divulgação de informações da empresa”.

O período de detenção de Carlos Ghosn deveria expirar esta sexta-feira. Kelly e a Nissan não foram acusados de quebra de confiança.

 

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