Centeno afasta nacionalizações. Para já.

Mário Centeno destacou, em entrevista à TSF, que visão do Governo sobre a TAP era "muito clara" e "essa posição não se alterou".

O ministro das Finanças, Mário Centeno, afirmou esta terça-feira que não vê, "neste momento, nenhuma empresa que tenha a necessidade imperiosa de ser nacionalizada".

Mário Centeno destacou, em entrevista à TSF, que visão do Governo sobre a TAP era "muito clara" e "essa posição não se alterou".

"A intervenção do Estado na economia é extraordinariamente importante, mas presença nos setores de iniciativa privada sempre foi defendida e apoiada", disse o ministro. Frisou que o momento que se vive é diferente, sublinhando que "não nos deve afastar de princípios basilares". Mas, é possível, "em situações concretas, fazer o que há uns meses achávamos impensável".

As restrições à circulação impostas por governos para travar a epidemia do novo coronavírus colocou as companhias aéreas, como a TAP, numa situação financeira grave.

O ministro das Finanças e o primeiro-ministro, António Costa, admitiram que não se pode excluir a hipótese de ter de se nacionalizar a TAP.

A antiga companhia aérea estatal é agora detida em 50% pelo Estado e pelo consórcio Atlantic Gateway, de David Neeleman e Humberto Pedrosa. Antes, na privatização, em 2015, a TAP passou a ser detida em 61% por este consórcio.

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