Telecomunicações

CEO da Altice ouvido na AR para a semana sobre compra da TVI

Alexandre Fonseca, CEO da Altice Portugal

(Filipe Amorim / Global Imagens)
Alexandre Fonseca, CEO da Altice Portugal (Filipe Amorim / Global Imagens)

Mário Vaz (Vodafone) e Miguel Almeida (NOS) e sindicatos da PT já foram ouvidos no Parlamento a pedido do Bloco de Esquerda

Alexandre Fonseca, CEO da Altice Portugal, vai ser ouvido para a semana no Parlamento sobre a compra da Media Capital, o grupo da TVI, confirmou o Dinheiro Vivo junto de fonte parlamentar.

O CEO da dona do Meo vai ser ouvido no próximo dia 23 às 10h a pedido do Bloco de Esquerda que já chamou à Assembleia da República os responsáveis máximos dos operadores concorrentes: Mário Vaz (Vodafone) e Miguel Almeida (NOS). Os sindicatos ligados à PT também já foram ouvidos.

A operação mais de 440 milhões de euros vai colocar nas mãos do grupo de Patrick Drahi ativos como TVI, TVI 24, rádios Comercial ou M80, produtora Plural ou o portal IOL, juntando-os à operação de televisão paga Meo e o portal Sapo. Concentração de ativos de media e telecomunicações que tem gerado forte contestação nos concorrentes Nos e Vodafone ou em grupos de media como a Impresa, dono da SIC.

A Autoridade da Concorrência levou em meados de fevereiro o negócio para investigação aprofundada por considerar que o mesmo poderia provocar entraves ao nível da concorrência em vários mercados.

A Altice, que entretanto fechou um novo prazo com a Prisa para a venda da Media Capital, já apresentou uma série de compromissos para que o negócio obtenha luz verde do regulador. Autonomizar os vários negócios – distribuição de canais, conteúdos, publicidade e TDT – em empresas distintas e prestação de contas autónomas é um dos oitos compromissos apresentados pelo grupo de Patrick Drahi.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje

Página inicial

O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, da Administração e do Emprego Público, Maria de Fátima Fonseca (E), dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (2-E), do Orçamento, João Leão (2-D), e do Tesouro, Álvaro Novo (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Conheça as principais medidas do Orçamento do Estado para 2019

O ministro das Finanças, Mário Centeno (C), acompanhado pelos secretários de Estado, dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes (E), do Orçamento, João Leão (2-D), e o Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix (D), fala durante conferência de imprensa sobre a proposta do Orçamento do Estado para 2019 (OE2019), realizada no Salão Nobre do Ministério das Finanças, em Lisboa, 16 de outubro de 2018. Na proposta de OE2019, o Governo estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2% no próximo ano, uma taxa de desemprego de 6,3% e uma redução da dívida pública para 118,5% do PIB. No documento, o executivo mantém a estimativa de défice orçamental de 0,2% do PIB no próximo ano e de 0,7% do PIB este ano. RODRIGO ANTUNES/LUSA

Dos partidos aos sindicatos, passando pelo PR, as reações ao OE 2019

Outros conteúdos GMG
CEO da Altice ouvido na AR para a semana sobre compra da TVI