Turismo

Comporta. Só o consórcio Amorim/Berda apresentou proposta

A Comporta é um dos destinos turísticos menos explorados no país. Fotografia: D.R.
A Comporta é um dos destinos turísticos menos explorados no país. Fotografia: D.R.

A proposta de Paula Amorim e Claude Berda será analisada, em outubro, em assembleia-geral. O consórcio defende um projeto sustentável

A empresária Paula Amorim e o milionário francês Claude Berda foram os únicos investidores a apresentar proposta para a compra dos ativos da Herdade da Comporta. A data para a entrega de propostas terminou às 17 horas de hoje e, apesar de rumores da existência de mais interessados, não apareceram outras ofertas.

A Gesfimo – sociedade que gere o fundo imobiliário que detém os ativos da Comporta – até segunda-feira decide se aceita esta proposta. Se viabilizar a oferta do consórcio Amorim/Berda, tem de agendar uma assembleia-geral nos próximos 30 dias para ser analisada e votada a proposta pelos detentores de participações no fundo. Recorde-se que os principais participantes do fundo são a insolvente Rioforte, com 59%, e Novo Banco, que possui mais de 15%.

O valor da oferta Amorim/Berda não foi divulgado, mas José Cardoso Botelho – representante de Claude Berda – garantiu ser uma “boa” oferta.

O projeto do consórcio Amorim/Berda tem como pilar a sustentabilidade. O consórcio pretende desenvolver um empreendimento assente numa estratégia de ” proteção dos oceanos, ecologia do espaço construído, criação de oportunidades para as pessoas e vivência ímpar”, apurou o Dinheiro Vivo.

O conceito a desenvolver implicará a criação de “uma equipa dedicada à gestão inteligente” da água e “à promoção da economia do mar”. Neste âmbito, o projeto Comporta Sustainable Living quer “minimizar o consumo de água potável, preservar as zonas costeiras e promover a economia do mar”.

A proposta da responsabilidade do consórcio Amorim/Berda defende uma intervenção na herdade com respeito pelas “melhores práticas de construção e com total respeito pela integração com o local”. No eixo comunidade, a política será “reforçar a vertente social e económica, valorizando a população e tradições locais”.

(Notícia atualizada às 19h20 com mais detalhes sobre a Gesfimo)

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