Compra de produtos contrafeitos engana 11% dos portugueses

Os produtos contrafeitos representam 6,8% das importações da União Europeia, no valor de 121 mil milhões de euros, afetando setores como os cosméticos, brinquedos, eletrónica, vinho, bebidas, vestuário, pesticidas e produtos farmacêuticos, aponta estudo da Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia

A compra de produtos contrafeitos induziu em erro 10,6% dos portugueses no último ano. Os dados constam do estudo do Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (EUIPO), que lança nesta terça-feira uma campanha de sensibilização.

Segundo o jornal Público desta terça-feira, os consumidores foram enganados na compra de todos os produtos físicos e não apenas nas compras online. O estudo foi realizado entre 1 de junho e 6 de julho de 2020, tendo sido realizadas 25 636 entrevistas na União Europeia - em Portugal, foram realizadas mil entrevistas.

Na UE, Bulgária e Roménia, com 19% e 16%, respetivamente, são os países onde os consumidores são mais lesados; em sentido inverso, Suécia (2%) e Dinamarca (3%) são os estados onde a contrafação causa menos enganos.

Os produtos contrafeitos representam 6,8% das importações da União Europeia, no valor de 121 mil milhões de euros, afetando setores como os cosméticos, brinquedos, eletrónica, vinho, bebidas, vestuário, pesticidas e produtos farmacêuticos, aponta o mesmo estudo, citado pela agência Lusa.

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