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Conselho da Diáspora vai debater nova economia para o planeta

Filipe de Botton, presidente do Conselho da Diáspora portuguesa. (Foto: Sara Matos / Global Imagens)
Filipe de Botton, presidente do Conselho da Diáspora portuguesa. (Foto: Sara Matos / Global Imagens)

Reinvenção da cadeia de produção e servir o consumidor responsável vão ser os dois painéis de debate no sétimo encontro do Conselho da Diáspora.

Debater a nova economia para o planeta vai ser o principal tema da sétima reunião anual do Conselho da Diáspora Portuguesa. O encontro anual desta associação vai decorrer no dia 20 de dezembro no Palácio da Cidadela, em Cascais.

“O debate irá focar-se sobre a oportunidade para Portugal, no quadro do compromisso da transição para uma economia neutra em carbono, na transição para uma economia digital ambientalmente sustentável e para um novo sistema de produção e consumo, de baixo desperdício e alto desempenho, que respeite os limites dos recursos ambientais e que, ao mesmo tempo, responda à procura global crescente de bens e serviços e às aspirações de progresso e conforto conquistadas nas últimas décadas pelas sociedades”, assinala a organização em nota de imprensa divulgada esta sexta-feira.

Este encontro vai contar com as intevenções do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa; do ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva; do vice-presidente da câmara de Cascais, Miguel Pinto Luz; e ainda de Filipe de Botton, presidente do Conselho da Diáspora.

Haverá ainda dois debates, um sobre a reinvenção da cadeia de produção e o outro sobre como servir o consumidor responsável. Estes debates vão contar com a intervenção de David Lopes (Fundação Francisco Manuel dos Santos); Isabel Braga da Cruz, Universidade Católica do Porto; Pedro Bidarra, Wengorovious & Bidarra; Pedro Pereira da Silva, Pick n’ Pay Retail; e Rita de Sousa Coutinho, Walmart.

A associação do Conselho da Diáspora Portuguesa foi fundada em 2012 e conta com o Alto Patrocínio da Presidência da República e do Ministério dos Negócios Estrangeiros. Em 2019, foi reconhecida pelo Estado Português com o estatuto de Organização Não-Governamental para o Desenvolvimento (ONGD), pelo trabalho que tem vindo a ser desenvolvido em favor das relações entre Portugal e África através da plataforma EurAfrican Forum.

Este conselho integra um total de 95 membros, entre portugueses e luso-descendentes, espalhados por 26 países e 50 cidades em 5 continentes, com intervenção e influência nas áreas da Economia, Ciência, Cultura e Cidadania.

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