transportes

CP apresentou plano para comprar 22 comboios. Só começam a chegar em 2023

Carlos Gomes Nogueira, presidente da CP. Fotografia: Tony Dias/Global Imagens
Carlos Gomes Nogueira, presidente da CP. Fotografia: Tony Dias/Global Imagens

Plano para aquisição de material circulante custa 170 milhões de euros. Novos comboios servirão apenas para serviço regional.

A CP apresentou ao Governo um plano para a compra de 22 novos comboios, no valor total de 170 milhões de euros. O plano foi anunciado esta terça-feira no Parlamento pelo presidente da empresa pública de comboios, Carlos Gomes Nogueira. Estes comboios servirão, em exclusivo, para o serviço regional. A primeira unidade chegará em 2023.

Mas nem todos os comboios serão iguais: chegarão 12 unidades híbridas, que podem funcionar nas linhas eletrificadas e não-eletrificadas, e 10 unidades elétricas, que servem apenas para as linhas eletrificadas, detalhou o presidente da empresa pública de comboios.

Este anúncio mostra que houve uma forte redução do programa de compra de material circulante para a CP. No mandato do anterior presidente da empresa, Manuel Queiró, tinha sido apresentada uma proposta para compra de 35 comboios, para serviço regional e de longo curso; no início deste ano, já se falava apenas em apenas 28 comboios, segundo o jornal Público. Agora, serão apenas adquiridos 22 comboios.

Carlos Gomes Nogueira adiantou ainda que a empresa está em diálogo com as maiores fabricantes de comboios da Europa, como Siemens e Stadler para assegurar a chegada destas unidades a partir de 2023. “Como os fabricantes estão com grandes carteiras de encomendas, a compra de 22 unidades é uma pequeníssima série a nível europeu.”

(Notícia atualizada às 16h00 com mais informação)

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
José Vieira da Silva, ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. Fotografia: Jorge Amaral/Global Imagens

Reformas. Governo quer normalizar pagamentos até ao final do ano

O primeiro-ministro, António Costa, discursa durante um encontro com empresários a trabalhar em Angola, em Luanda, Angola. O primeiro-ministro termina esta terça-feira, uma visita oficial de dois dias a Angola, durante a qual procurará retomar rapidamente os níveis anteriores a 2014 nas relações económicas e normalizar os contactos bilaterais político-diplomáticos. (JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA)

Costa: Portugal deseja mais empresas e investidores angolanos no país

Margrethe Vestager, comissária europeia da Concorrência. REUTERS/Yves Herman

Bruxelas suspeita de cartel alemão na tecnologia de emissões

Outros conteúdos GMG
CP apresentou plano para comprar 22 comboios. Só começam a chegar em 2023