OE2020

CP contratou mais de 170 pessoas desde julho. Faltam apenas 14

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos (E), acompanhado pelo ministro presidente da CP, Nuno Freitas (D), na assinatura do contrato de serviço público entre o Estado e a CP, na Estação do Rossio, em Lisboa, 28 de novembro de 2019. (Foto: JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA)
O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos (E), acompanhado pelo ministro presidente da CP, Nuno Freitas (D), na assinatura do contrato de serviço público entre o Estado e a CP, na Estação do Rossio, em Lisboa, 28 de novembro de 2019. (Foto: JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA)

Contratação de 187 funcionários faz parte do plano de investimento do Governo na CP, que vale 45 milhões de euros e será válido até ao final de 2022.

O plano de investimento do Estado na CP, apresentado no final de junho, previa que a transportadora pública contratasse um total de 187 trabalhadores. Seis meses depois, a empresa pública de comboios já atingiu praticamente a meta de operários que previa recrutar.

Entraram 173 pessoas para a operação e manutenção de material circulante, adiantou o ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, na segunda-feira, na audição parlamentar, na especialidade, relativa ao Orçamento do Estado para 2020.

Isto quer dizer que falta recrutar um total de 14 pessoas, entre operação e manutenção. Na área da operação, estão ainda por recrutar 8 das 120 pessoas previstas; na área da manutenção – que desde 1 de janeiro foi fundida entre a CP e a EMEF – serão ainda contratadas mais 6 pessoas, entre as 67 que estavam previstas no final de junho, detalhou fonte oficial do gabinete de Pedro Nuno Santos.

“As contratações foram feitas a um ritmo em que nem eu próprio acreditei”, assumiu o governante em resposta ao deputado do PCP Bruno Dias. Desde 1 de julho, existe um mecanismo de substituição dos trabalhadores dos quadros que se reformarem ou saírem das empresas em função permanente.

Entre algumas das contratações, estão alguns trabalhadores reformados das oficinas da EMEF, acrescentou Pedro Nuno Santos. Em 2020, será possível à CP contratar, temporariamente, funcionários aposentados, de acordo com a proposta do Orçamento do Estado para 2020. Estes operários vão poder acumular a pensão com até 75% do salário que vierem a ganhar.

Até ao final de junho, a CP tinha 2615 trabalhadores; a então EMEF contava com 999 operários, segundo o relatório e contas intercalar publicado pela empresa liderada por Nuno Freitas.

O plano de investimento na CP, orçado em 45 milhões de euros, é válido até ao final de 2022 e inclui, entre outras medidas, a recuperação de 70 unidades que estiveram encostadas, a reabertura da oficina de Guifões (dia 15 de janeiro), e a assinatura do contrato de serviço público, entre a CP e o Estado português.

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