Prémio Inovação NOS

Crediflux procura investidores rumo à internacionalização

crediwise2

Com esta plataforma, que no último ano aumentou as funcionalidades, a análise de risco do crédito é feita mais rapidamente e sem papéis.

Com sucesso no mercado nacional, ao ajudar as empresas a desmaterializarem a decisão de crédito, permitindo-lhes fazer tudo mais comodamente através de uma plataforma online, a Crediflux está à procura de investimento para alavancar o crescimento e começar a explorar mercados externos.

A Crediwise, empresa detentora da Crediflux, ainda só está no mercado português, mas o objetivo é “dar passos rumo à internacionalização privilegiando, numa primeira fase, a entrada nos mercados onde os nossos atuais clientes operam”, diz Daniel Silva, um dos cofundadores da Crediflux, que foi recentemente selecionada para o 5º programa de aceleração da StartUp Braga.
Finalista do Prémio Inovação NOS em 2017, este último ano foi marcado pelo aumento significativo no número de funcionalidades disponíveis na plataforma, no sentido de acrescentar valor às necessidades dos utilizadores.

O resultado foi o triplicar do número de clientes e “hoje a empresa já consegue suportar a sua estrutura de custos”, acrescenta Daniel Silva que, juntamente com a cofundadora, Sandra Fonseca, investiu 150 mil euros na criação deste negócio.

A vantagem para os clientes em terem esta plataforma é reduzirem de forma significativa o tempo alocado pelos comerciais e financeiros a todo o processo de análise e decisão de crédito. Tudo o que é mais administrativo e rotineiro passa a ser feito de forma automática pela plataforma. Por exemplo, todas as tarefas complexas, morosas e que geralmente exigem papéis, folhas de Excel e mil e um documentos.

A Crediflux simplifica o processo tornando possível, por exemplo, em poucos minutos, dar autorização a um comercial que visita um cliente para fechar negócio logo na hora.
“Gostamos de desafios e por isso estamos a desenvolver novos conceitos relacionados com a identificação do risco de crédito em potenciais clientes antes das equipas avançarem com as abordagens comerciais”, adianta Daniel Silva.

O que a Crediflux faz é integrar os programas de faturação das empresas de forma a considerar também o histórico que cada cliente possui, adaptando-se também assim às diferentes especificidades de cada setor, criando um rating personalizado. “A plataforma permite ir monitorizando a carteira de clientes”.
É como se a plataforma poupasse cerca de 90% do tempo de recolha de informação, permitindo a quem faz a análise dar mais atenção à decisão em si sobre o crédito. E facilitação é tudo o que os clientes procuram.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Paulo Azevedo, Chairman e Co-CEO da Sonae, e Ângelo Paupério, Co-CEO da Sonae.

(Leonel de Castro / Global Imagens)

Sonae SPGS com lucros de 200 milhões até setembro

Veículos estacionados no porto de Setúbal, durante a greve dos estivadores precários, em Setúbal, 14 de novembro de 2018. Em causa está um diferendo laboral desencadeado por um grupo de estivadores precários e a empresa de trabalho portuário Operestiva, que afeta várias empresas, entre as quais a Autoeuropa. ANDRÉ AREIAS/LUSA

Setúbal: Operestiva disposta a negociar se estivadores voltarem ao trabalho

Primeira-ministra Theresa May, 14 de novembro de 2018. EPA/FACUNDO ARRIZABALAGA

Brexit: May consegue apoio do Governo e aprova rascunho do acordo final

Outros conteúdos GMG
Crediflux procura investidores rumo à internacionalização