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CTT. Acionistas reúnem-se hoje em assembleia-geral para deliberar contas de 2019

(Miguel Pereira/Global Imagens)
(Miguel Pereira/Global Imagens)

CTT tinham em agenda uma proposta de distribuição de dividendos relativos ao exercício de 2019, mas esta foi retirada por causa da pandemia.

Os acionistas dos CTT reúnem-se hoje em assembleia-geral, numa reunião que será feita à distância, com 10 pontos na ordem de trabalhos, entre os quais deliberar sobre as contas relativas a 2019.

A reunião magna esteve inicialmente prevista para 21 de abril, mas no início do mês os CTT anunciaram o seu adiamento para hoje, na sequência da renovação do estado de emergência em Portugal devido à pandemia da covid-19.

Inicialmente, os CTT tinham em agenda uma proposta de distribuição de dividendos relativos ao exercício de 2019, mas esta foi retirada devido à “incerteza económica e a ainda pouca clara noção sobre a gravidade da crise da covid-19”.

“[…] Apesar da sólida posição do balanço de que a empresa dispõe atualmente, o Conselho de Administração considerou relevante, tanto para a empresa como para os seus ‘stakeholders’, reverter a sua intenção de propor à assembleia-geral de acionistas um dividendo de 0,11 por ação, anteriormente divulgada ao mercado”, referiram os Correios de Portugal, em comunicado em 06 de abril.

Ao todo, são 10 pontos na ordem de trabalhos, entre os quais a deliberação das contas de 2019, a eleição dos membros da mesa da assembleia-geral para o mandato 2020/2022 com entrada imediata em exercício de funções se aprovada, a proposta de aplicação de resultados relativos ao exercício do ano passado e a ratificação da cooptação de três administradores para o mandato em curso (2017-2019).

Os acionistas vão ainda deliberar sobre a eleição dos membros do Conselho de Administração, incluindo os membros da Comissão de Auditoria, para o mandato 2020/2022, bem como eleger os membros da Comissão de Vencimentos para o mandato 2020/2022, estabelecendo a sua remuneração, entre outros pontos.

O lucro dos CTT, que tem o serviço postal universal, cuja concessão termina no final deste ano, subiu 35,8% no ano passado, face a 2018, para 29,2 milhões de euros.

No ano passado, os rendimentos operacionais subiram 4,6% para 740,3 milhões de euros e o resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) aumentou 12,2% para 101,5 milhões de euros.

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