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CTT Now. Correios fazem entregas em duas horas e usam estafetas de noMenu

CTT divulga alerta contra phishing

Piloto do novo serviço tinha arrancado em novembro de 2017. Arranque comercial abrange Grande Lisboa e uso de estafetas de empresas externas

Os Correios vão começar a fazer entregas até duas horas na Grande Lisboa através do serviço CTT Now. As entregas do serviço, cujos pedidos são feitos através de uma aplicação móvel ou num site, serão asseguradas, para além do recursos internos dos Correios, por estafetas do serviço noMenu.

O piloto do serviço, agora CTT Now, foi lançado em novembro de 2017. Na época, o operador postal apontava que a aplicação, desenvolvida em parceira com a startup nacional U2D, iria ser testada em “ambiente piloto, durante o período de seis meses, na região de Lisboa” e que, se o teste tivesse o “sucesso pretendido” também estaria presente “no início do próximo ano, no Porto e em Braga”.

“Os CTT, tendo sempre como prioridade a qualidade do serviço ao cliente, realizaram e testaram vários procedimentos operacionais a seguir à fase de piloto desta solução digital, que estava inicialmente suportada apenas numa plataforma web, para clientes contratuais. O serviço de entregas urgentes já existia mas foi necessário testar a nova plataforma digital para garantir os padrões de qualidade exigidos pelos CTT no contacto com o cliente. Os CTT passaram em seguida para o desenvolvimento das aplicações, em Android e iOS, para que o serviço fosse alargado a clientes particulares. Em simultâneo, foi necessário adequar a rede de estafetas já dedicada às entregas urgentes (próprios e com o parceiro), à nova plataforma digital. Por fim, os CTT procederam ao rebranding deste serviço, lançando a marca CTT Now”, descreve fonte oficial do operador postal quando questionada sobre o que motivou a demora no lançamento comercial do serviço de entregas rápidas.

“O serviço CTT Now está em funcionamento na Grande Lisboa, em horário alargado (até à meia-noite e durante o fim de semana) e o alargamento a outras cidades não está excluído”, diz a mesma fonte quando questionada sobre eventuais planos de expansão do CTT Now a outras cidades, como inicialmente previsto.

“O CTT Now representa mais um passo dos CTT na senda da sua transformação digital, inovação e desenvolvimento do comércio eletrónico em Portugal, disponibilizando aos seus clientes, particulares ou empresas com perfil moderno jovem e digital, uma plataforma de serviços de recolhas e entregas rápidas”, diz Alberto Pimenta, diretor de e-commerce dos CTT, citado em nota de imprensa.

Este novo serviço vem reforçar o serviços digitais dos Correios ao nível de entregas, como o e-Segue (para acompanhar as encomendas) o Express2Me (morada virtual para envio de encomendas a partir de sites que não entregam em Portugal, já disponível para encomendas feitas nos Estados Unidos e Reino Unido), ou os Cacifos CTT 24H (para receção de encomendas com maior conveniência).

Para aceder ao CTT Now, os interessados terão de fazer o registo no site ou descarregar a aplicação CTT Now, disponíveis para sistemas operativos Android e iOS (iPhone).

Após introduzir os dados, nomeadamente a morada e o tipo de objeto a transportar, “o cliente recebe uma estimativa do custo, realiza o pagamento e pode acompanhar online o estafeta durante todo o percurso”, descreve os CTT em nota de imprensa. “O preço é definido em função do número de objetos, número de pontos de entrega pretendidos e distância percorrida. O cliente tem ainda a possibilidade de avaliar na app a sua experiência nas várias fases de execução do serviço”, continua o operador postal.

As entregas serão asseguradas por recursos internos dos CTT, mas não só. “Os CTT têm a sua própria rede de estafetagem, que conta em Lisboa com 25 estafetas, para este serviço. Esta rede é complementada com os recursos do parceiro NoMenu”, informa fonte oficial dos Correios. “No que diz respeito à expansão para outras plataformas (de entregas) está tudo em aberto”, refere.

(notícia atualizada no dia 9 de abril às 12h58 com informação sobre os motivos da demora do lançamento do serviço, bem como número de colaboradores alocados às entregas rápidas)

 

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