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CTT. Reclamações caem 7% em 2018. Mas nas encomendas sobem 15%

CTT aliam-se a AliExpress para Black Friday da China
(DR)

Os CTT tinham contestado o aumento de 36% reclamações anunciado pela Anacom, considerando que foi feito com base em números "parciais"

Os CTT receberam o ano passado 252 mil reclamações e pedidos de informação, uma queda de 7% face às 271 mil queixas recebidas em 2017, anunciou o operador postal. Mas as reclamações de correio mantêm-se em linha com as do ano anterior e as de correio expresso e encomendas aumentaram 15% “acompanhando o próprio crescimento da atividade”, revelou o operador postal.

Os números divulgados pelos Correios são conhecidos depois de a empresa liderada por Francisco de Lacerda ter contestado o relatório de reclamações da Anacom, segundo o qual as queixas relativas aos CTT subiram o ano passado 36%, para 20 mil reclamações, correspondendo a 87,4% do total de reclamações sobre o sector postal.

Um total obtido com base nas reclamações recebidas diretamente pelo regulador, bem como através do livro de reclamações em papel e eletrónico. Números parciais, acusaram os CTT, tendo agora libertado os números globais de solicitações e reclamações recebidas pela empresa.

Face a 2017, os CTT receberam menos 19 mil pedidos de informação e reclamações, tendo o ano passado recebido “por todos os canais de entrada (email, carta, call center, presença física nos Pontos CTT, livro de reclamações físico e eletrónico…)” um total de 252 mil reclamações e pedidos de informação. Ou seja, “o correspondente a duas reclamações e pedidos de informação por cada 10 mil envios”, frisam os CTT.

“As solicitações recebidas relativamente à área de Correio caíram 6% em 2018 face a 2017. Já no Expresso & Encomendas as solicitações recebidas caíram 11% em comparação com o período homólogo”, refere ainda a empresa.

Mas as “reclamações em sentido estrito” de Correio o ano passado “ficaram em linha com o registado em 2017”. Já as de correio expresso & encomendas “aumentaram 15%, acompanhando o próprio crescimento da atividade, o que representa um aumento total ponderado de 9%.”

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