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De Borla vai contratar 100 pessoas para lojas novas

Fotografia: D.R.
Fotografia: D.R.

Plano de 30 milhões inclui abertura de quatro estabelecimentos por ano, em média, até 2020. Viseu, Castelo Branco e Chaves já estão escolhidas

A cadeia de artigos de decoração e lar De Borla já escolheu as três localizações onde vai abrir as próximas lojas do ambicioso plano de expansão que irá executar até 2020. Viseu, Castelo Branco e Chaves são as cidades eleitas para, ainda no primeiro semestre deste ano, abrirem as lojas de terceira geração do grupo. Em média, cada loja criará 20 postos de trabalho, pelo que a De Borla conta acrescentar uma centena de trabalhadores aos atuais 500.

“Todas as lojas que estão planeadas serão de terceira geração”, adianta Luís Correia, diretor-geral da De Borla, dando como exemplo a recentemente inaugurada loja de Matosinhos. “Elevámos a fasquia no ambiente da loja, há maior refinamento do produto e uma maior variedade, numa área de 3700 m2 onde incluímos um espaço permanente para workshops e um espaço para o DeCafé”, um investimento que rondou os 2 milhões de euros.

Ainda em 2016, primeiro ano do plano de expansão de cinco anos que inclui a abertura de 20 novas lojas e um investimento total de 30 milhões, a cadeia De Borla abriu uma loja em Évora, onde investiu 1,5 milhões de euros, outra em Monção, e em Tondela, um investimento de um milhão cada. “Queremos cobrir melhor as capitais de distrito e as zonas urbanas, sem descurar o Interior, porque queremos estar próximos do cliente e o país não é só Lisboa e Porto.”

Estão já a andar as obras para as aberturas do primeiro semestre de 2017: Viseu, Castelo Branco e Chaves. Falta uma quarta localização para manter a média de abertura de quatro lojas por ano até 2020, com uma previsão de investimento anual de 6 milhões de euros.

A marca “nasceu virada para o preço”, em 1999, quando abriu a primeira loja, em Ovar. “Mas a crise obrigou-nos a repensar o posicionamento com uma nova proposta de valor para o mercado. Em 2013, abrimos a primeira loja-piloto, na Zona Industrial do Porto, que ainda era de segunda geração”, em que o preço “continua a estar lá” mas também “tem de haver um best value for money, que corresponde à expectativa do smart consumer relativamente à qualidade e ao design do produto e à melhor experiência de compra em loja”, explica. Além disso, a marca optou por concentrar-se nos produtos em que é especialista – cozinha, decoração e têxtil-lar, além de apostar no mobiliário e decoração exterior, com a representação exclusiva em Portugal da marca francesa Hespéride.

O portal em português (www.hesperide.pt/) será, por agora, a única loja online da De Borla, beneficiando das sinergias com outras empresas do grupo-mãe Desfo. “O digital é muito importante, para nós, enquanto forma de estarmos mais próximos dos clientes. Temos algumas vendas flash, no site, mas não há uma loja online De Borla. Neste momento, a prioridade é a expansão das lojas físicas.” “No entanto, no caso do mobiliário e decoração de exterior, visto que não temos espaço para fazer a exposição de todos os artigos nas lojas, faz sentido apostar no online e, por isso, ainda este ano, vamos ter uma loja online com toda a gama.”

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