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Disney +. “Estamos otimistas em relação ao lançamento em Portugal”

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Serviço de video streaming da Disney arranca esta terça-feira em Portugal e junta-se ao Netflix, HBO Go e Amazon Prime.

O Disney + arranca hoje em Portugal, um dos oito mercados europeus onde a companhia de entretenimento norte-americana está a lançar o seu serviço de video streaming. Surge num momento em que a pandemia fez disparar os consumos de video streaming e junta-se a serviços como Netflix, HBO ou Amazon Prime. “Estamos otimistas em relação ao lançamento em Portugal”, garante Luís Fernambuco, diretor geral da The Walt Disney Company Media Portugal, ao Dinheiro Vivo.

Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Islândia, Bélgica e Luxemburgo são os restantes países europeus que a partir de hoje têm acesso ao serviço de video streaming que em Portugal chega, “nesta fase” sem estar disponível nas boxes dos operadores de telecomunicações, à semelhança do que aconteceu com o lançamento do Netflix e da HBO Go, ambos inicialmente com a Vodafone.

“Estamos muito entusiasmados com o lançamento do Disney+ em Portugal, o único serviço que reúne num só lugar os filmes e as séries das icónicas marcas Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic”, refere Luís Fernambuco. “No lançamento o Disney+ estará disponível através de múltiplos suportes incluindo smart tvs, smartphones e tablets, computadores, consolas de jogos e em vários equipamentos de streaming, como Apple TV, Chromecast ou Android TV. Nesta fase não estará disponível nas boxes dos operadores nacionais”, acrescenta.

Leia mais aqui: O que vale a Disney+? Laivos de Netflix mas com personalidade própria

É possível aceder ao serviço através de aplicações nas smart tv (incluindo LG com webOS e Samsung Smart TV), em dispositivos móveis (smartphones e tablets) ou consola de jogos (Microsoft Xbox One e PlayStation 4) através de uma assinatura mensal de 6,99 euros por mês ou 69,99 euros pela subscrição anual. Até ao arranque a companhia teve uma campanha promocional com um preço mais baixo.

Luís Fernambuco não adianta expectativas ao nível de assinantes do serviço, mas mostra-se otimista com a recetividade do Disney+ no mercado nacional. “Reportamos dados globais de subscritores apenas nas apresentações de resultados, mas não é demais salientar que o Disney+ foi lançado em novembro do ano passado e em menos de um ano alcançou mais de 60 milhões de subscritores a nível mundial”, diz o responsável da Disney em Portugal.

“Um crescimento a uma velocidade sem precedentes neste segmento, que reflete o sucesso do serviço e a resposta que os consumidores deram a esta nova oferta. Desta forma, estamos otimistas em relação ao lançamento em Portugal, especialmente porque sabemos o quão próximas estão as nossas marcas do coração dos portugueses”, diz.

O serviço disponibiliza mais de 600 filmes e milhares de episódios de séries da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e National Geographic, para além de filmes originais e exclusivos. The Mandalorian (primeira série live action de Star Wars); O Mundo Segundo Jeff Goldblum (série documental de National Geographic), “A História da Imagineering” (série documental de Leslie Iwerks), bem como originais da Disney + como “High School Musical: O Musical: A Série, o Regresso ao Palco, da produtora executiva Kristen Bell; Black is King, o álbum visual de Beyoncé; ou a coleção de curtas de animação Sparkshots e O Garfy Pergunta, da Pixar Animation Studios. Mais de 600 episódios de Os Simpsons ficam disponíveis on-demand pela primeira vez. A partir de hoje ficam logo disponíveis as temporadas de 1 a 30 com a 31ª a chegar “em breve” ao serviço de videostreaming.

No Netflix e HBO Portugal já há produção nacional disponível na oferta, tendo inclusive, no caso do Netflix promovido um concurso com o ICA para encontrar argumentos para eventuais futuras séries de produção nacional para o serviço, uma forma de cumprir com as obrigações de produção europeia impostas por Bruxelas. Será esta uma estratégia a levar a cabo pela Disney +?

“Tendo em conta o atrativo global dos nossos conteúdos, e a proximidade destes do imaginário e das preferências dos consumidores em todo o mundo, a maioria dos filmes e séries disponíveis no Disney+ serão os mesmos em vários países”, refere Luís Fernambuco. “Ainda assim, em todos os territórios onde lançámos o serviço, e também em Portugal, temos equipas locais atentas às preferências dos espectadores e às dinâmicas do mercado, para poder fazer os ajustes necessários à estratégia de conteúdos.”

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