Dona do Minipreço sobe vendas em Portugal em 5,6% até setembro

Nos primeiros nove meses do ano o grupo Dia aumentou as vendas em Portugal em 5,6% para um montante de 472,3 milhões de euros.

O grupo Dia, dono da cadeia de lojas Minipreço, aumentou as vendas em Portugal em 5,6% nos primeiros nove meses deste ano, face ao mesmo período do ano passado.

As vendas líquidas aumentaram até setembro, para os 472,3 milhões de euros. No ano passado, no mesmo período, o grupo registava resultados de 447,3 milhões de euros.

O EBITDA ajustado aumentou 80 pontos básicos, para 10,9 milhões de euros, indica a empresa, devido "à aplicação de medidas de excelência operativa".

Ainda sobre a operação em Portugal, o grupo dá conta de algumas atualizações do plano estratégico de transformação, como por exemplo a otimização do sortido comercial, indicando que esta implementação "em curso em Portugal foi apoiada por reformas menores em loja".

A empresa indica ainda que melhorou a frequência de entregas implementada em 450 lojas em Portugal e que disponibiliza entrega de compras online na área da Grande Lisboa e serviço de entregas rápidas disponível em 78 lojas através "de alianças estratégicas em diferentes regiões".

Outro ponto ligado à operação portuguesa é a "introdução de um modelo de franquia melhorado e baseado em incentivos", que foi implementado em mais de 700 localizações em Espanha e 150 em Portugal.

Em relação ao número de lojas, o grupo reduziu o número de lojas nos primeiros nove meses, passando para 6 207. Em Portugal conta com 567 lojas - 313 próprias e 254 de franquia. Em Portugal registou apenas mais uma abertura (franquia). Foram encerradas 10 franquias em Portugal durante os primeiros nove meses.

O grupo investiu mais 14,8% em Portugal nos primeiros nove meses do ano, para um montante de 4,2 milhões de euros. No total, o grupo investiu este ano 52,8 milhões de euros nos mercados de Espanha, Portugal, Argentina e Brasil, menos 27,5% em termos homólogos.

Enquanto o investimento aumentou na Península Ibérica, a maior redução de investimento foi sentida no Brasil, com uma quebra de 83,7%. Em nove meses em 2019 o grupo investiu 32,8 milhões de euros no Brasil e este ano passou para 5,3 milhões de euros.

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