Serviços financeiros

ebankIT preparada para ronda de investimento

Renato Oliveira, CEO do ebankIT. Foto: André Rolo/Global Imagens
Renato Oliveira, CEO do ebankIT. Foto: André Rolo/Global Imagens

A fintech do Porto regista um crescimento sustentado do negócio e já atraiu a atenção de investidores americanos

A ebankIT, fintech portuguesa que criou um produto para acelerar a transformação digital da banca, acredita estar no “ponto certo” para se lançar na primeira ronda internacional de investimento. Segundo Renato Oliveira, presidente executivo da tecnológica, a startup regista “um crescimento sustentado” e está na mira de investidores internacionais. Como revelou, a ebankIT “já atraiu a atenção de um fundo americano”.

A fintech, detida por Renato Oliveira, que também fundou a ITSector, e pela portuguesa Pathena, com uma participação de 27%, especializou-se na criação de aplicações para telemóveis, soluções digitais para a área corporate, assistência virtual, sempre com o foco na banca. A empresa, com sede no Porto, tem escritório comercial em Nova Iorque e presença em Londres, no Level 39, a maior incubadora e aceleradora de fintech a nível mundial.

A ebankIT espera fechar o ano com vendas de 17 milhões de euros, previsão que, a confirmar-se, significa um crescimento de 30% face a 2018 (13 milhões de faturação). Este impulso na operação é desencadeado pelos negócios em curso. A empresa está prestes a fechar “dois grandes projetos no Canadá”, consolidando a sua presença internacional no continente americano, revelou Renato Oliveira. A fintech portuguesa já licenciou os seus serviços em mais de 20 mercados, de que são exemplo os EUA (o principal), a Suíça, a África do Sul, o Koweit ou a Roménia.

Renato Oliveira acredita que a ebankIT vai ter um crescimento acelerado nos próximos anos, nomeadamente porque tem um produto “top de tecnologia para a banca” e está muito focada na vertente comercial, marcando presença em várias feiras internacionais. “Em setembro, vamos a Nova Iorque, ao Canadá e a Las Vegas, vamos a todo o mundo”, frisou. A empresa tem 75 colaboradores.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho (D), e o secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita (E). Fotografia: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Salário mínimo de 635 euros? Dos 617 dos patrões aos 690 euros da CGTP

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

Outros conteúdos GMG
ebankIT preparada para ronda de investimento