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ebankIT quer atingir os 40 milhões em vendas até 2020

Renato Oliveira CEO ebankIT

(Orlando Almeida / Global Imagens)
Renato Oliveira CEO ebankIT (Orlando Almeida / Global Imagens)

A fintech anunciou na Web Summit que quer fechar este ano com um volume de vendas de 13 milhões e expandir-se para outros mercados internacionais.

A fintech portuguesa ebankIT anunciou, durante a participação no primeiro dia da Web Summit, que vai fechar o ano de 2018 com um volume de vendas na ordem dos 13 milhões, prevendo a duplicação deste valor no próximo ano e ultrapassar os 40 milhões em 2020.

Para atingir estas metas, a tecnológica fundada no Porto vai apostar no reforço da rede mundial de parceiros tecnológicos e comerciais com quem colabora, por via de um processo de certificação de empresas implementadoras das suas soluções.

“Com esta rede de parceiros certificados, o nosso crescimento passará por uma nova distribuição das fontes de rendimentos. Estaremos mais focados no aumento das vendas de licenças, com recorrência e respetiva sustentabilidade dos nossos rendimentos. Por outro lado, neste negócio as receitas que resultam da atualização do produto e manutenção do sistema são fundamentais, pois geram receitas futuras e recorrentes, que sustentam o crescimento da faturação”, justifica o CEO da ebankIT, Renato Oliveira.

A ebankIT tem desempenhado um papel ativo no desafio da transformação digital de bancos e credit unions de países como o Canadá, Suíça, África do Sul e no Médio Oriente.

À procura de novos mercados

A ebankIT exporta a maior parte dos seus produtos, por isso a fintech quer reforçar a presença em mercados estratégicos como a América do Norte, onde conta com parcerias já confirmadas no Canadá e nos EUA, mas também pela penetração em novos mercados na Europa, como o Reino Unido, França e Alemanha.

“Simultaneamente, será nosso objetivo aumentar a presença na África do Sul e no Médio Oriente, alavancando sobre projetos bem-sucedidos e em curso nestas regiões”, complementa Renato Oliveira.

Ainda na Web Summit, o CEO adiantou que nos próximos anos a fintech vai centrar-se num suporte mais integrado da plataforma na cloud, disponibilização de mais canais, como chatbots e smart assistants, aumento das capacidades de integração com fintechs via API e uma maior capacidade de análise da informação que é recolhida ao longo da sua utilização.

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