marcas

EDP, Galp e Jerónimo Martins no pódio das marcas mais valiosas

EDP. (REUTERS/Eloy Alonso)
EDP. (REUTERS/Eloy Alonso)

A elétrica liderada por António Mexia é a empresa mais valiosa, longe das ocupantes dos restantes lugares do pódio, Galp e Jerónimo Martins.

A EDP é uma das empresas mais valiosas da bolsa de Lisboa. E é também uma das que tem um valor de marca mais elevado no panorama nacional. O estudo da consultora Onstrategy, sobre as 50 marcas que constituem a lista das Marcas Portuguesas com maior valor financeiro, mostra que a elétrica liderada por António Mexia tem um valor de marca de 2.302 milhões de euros.

“A empresa portuguesa de energia lidera o ranking, situando-se num nível robusto de força de marca. Este sucesso é fruto do seu posicionamento, reputação e presença no mercado, que por sua vez se traduz numa valorização do negócio da marca”, diz a consultora em comunicado enviado às redações.

A Galp é a segunda marca mais valiosa: 1.332 milhões. E a retalhista Jerónimo Martins surge em terceiro lugar, com um valor de 923 milhões de euros. Logo a seguir à retalhista, surge precisamente a uma das suas principais marcas: Pingo Doce, que tem um valor financeiro de 847 milhões de euros. A TAP tem um valor de marca de 733 milhões de euros.

“As posições seguintes são ocupadas por marcas dos setores da banca e das telecomunicações. O Millennium BCP alcança o sexto lugar (683 milhões de euros) e o BPI ocupa a nona posição (428 milhões de euros). Os sétimo e oitavo lugares são ocupados pela MEO (564 milhões de euros) e pela NOS (465 milhões de euros), respetivamente”.

No top 15 das marcas que mais se destacam estão ainda companhias como: Continente, Caixa Geral de Depósitos, Sonae, Mota-Engil, a The Navigator Company e a Delta.

João Baluarte, Partner da OnStrategy e responsável pelo estudo, diz em comunicado que: “a publicação deste estudo é uma homenagem às marcas portuguesas. Em termos de resultados, podemos afirmar que a dimensão das maiores empresas portuguesas e a sua exposição a outros mercados, justificam os seus resultados. Em termos setoriais, verificamos um predomínio das Utilities, Distribuição e Banca”

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho (D), e o secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita (E). Fotografia: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Salário mínimo de 635 euros? Dos 617 dos patrões aos 690 euros da CGTP

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

Outros conteúdos GMG
EDP, Galp e Jerónimo Martins no pódio das marcas mais valiosas