Energia

EDP Renováveis fecha contrato com projeto Hidalgo II no Texas

João Manso Neto, CEO da EDP Renováveis
João Manso Neto, CEO da EDP Renováveis

O início das operações está previsto para 2019.

A EDP renováveis fechou um contrato de 15 anos com uma empresa do segmento Comercial e Industrial para a venda de energia produzida pelo projeto eólico de Hidalgo II (50 megawatt), no Texas (EUA), anunciou a empresa.

Num comunicado enviado à Comissão de Marcado de Valores Mobiliários (CMVM), a EDP Renováveis (EDPR), controlada em 82,6% pela EDP, explica que o projeto eólico Hidalgo II, localizado no estado do Texas, nos Estados Unidos, é contíguo ao parque eólico em operação Hidalgo II (250 MW) e tem início das operações previsto para 2019.

A EDPR já garantiu mais de 1,6 gigawatt (GW) de contratos de longo prazo de energia eólica nos EUA para projetos a serem instalados no período de 2016-2020.

Com estes novos contratos, a EDPR “tem atualmente contratados mais de 90% do objetivo de 3,5 GW de adições de capacidade para o período 2016-2020, conforme comunicado em maio de 2016, no Dia do Investidor da EDP”, refere a empresa.

“O sucesso da EDPR em assegurar novos CAEs [contratos deste género] reforça o seu perfil de baixo risco e a sua estratégia de crescimento baseada no desenvolvimento de projetos competitivos com visibilidade de longo-prazo”, acrescenta.

Em fevereiro, a EDPR tinha anunciado o fecho de um contrato de venda de 200 MW relativo a um novo projeto eólico (Prairie Queen) no Kansas, EUA, ao longo de 20 anos, com a Great Plains Energy.

O mercado dos EUA é o maior da EDPR em termos de capacidade instalada e de produção.

A empresa começou a operar nos Estados Unidos em 2007 e, atualmente, detém parques eólicos e solares nas regiões da Califórnia, Illinois, Indiana, Iowa, Kansas, Minnesota, Nova Iorque, Ohio, Oklahoma, Oregon, Texas e Washington.

Impulsionada pela capacidade adicionada ao longo do ano, em dezembro de 2017 a EDP Renováveis geria um portefólio de 11 GW em 11 países, dos quais 5,2GW na Europa, 5,5 na América do Norte e os restantes 0,3GW no Brasil.

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