EDP Renováveis reforça produção de energia eólica no Brasil

A EDP Renováveis assegurou Contratos de Aquisição de Energia a 20 anos para a venda de eletricidade no mercado regulado brasileiro.

A EDP Renováveis, S.A., através da sua subsidiária EDP Renováveis Brasil, S.A., assegurou Contratos de Aquisição de Energia (CAEs) a 20 anos para a venda de eletricidade no mercado regulado brasileiro.

Segundo a informação comunicada pela empresa à Comissão de Mercados e Valores Mobiliários (CMVM), os contratos de longo prazo são relativos a energia renovável que irá ser produzida por dois parques eólicos a serem instalados no estado Brasileiro de Rio Grande do Norte (Jerusalém e Monte Verde). É acrescentada uma capacidade de 429 megawatts (MW).

"O Brasil é um mercado estratégico para a companhia, por isso é com satisfação que vemos aumentado o nosso portefólio neste mercado, através de contratos de venda de energia a longo prazo, que nos permitirão continuar a crescer nos próximos anos. A abundância do recurso eólico, a regulação estável e a nossa experiência no mercado são fatores que nos deixam otimistas face ao futuro nesta região”, refere João Manso Neto, presidente executivo da EDP Renováveis, em nota de imprensa divulgada esta segunda-feira.

A entrada em operação dos parques deverá ocorrer no início de 2024.

No Brasil, considerando estes novos contratos, a EDP Renováveis tem atualmente em construção e desenvolvimento cerca de 0,8 GW de projetos de energia eólica com início das operações esperado para 2018, 2023 e 2024, todos com contratos de longo prazo assegurados.

Com este resultado, "o portefólio da EDPR no Brasil deverá alcançar 1,1 GW em 2024, reforçando a sua presença num mercado caracterizado por um perfil de baixo risco, através da execução de CAEs de longo prazo, um recurso renovável favorável e fortes perspetivas de crescimento no médio e longo prazo", refere a EDP.

A EDP Renováveis está presente em 13 mercados, como Bélgica, Brasil, Canadá, França, Grécia, Itália, México, Polónia, Portugal, Roménia, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos.

(Notícia atualizada às 18h44 com declarações de João Manso Neto)

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