Energia

EDP Serviço Universal muda de nome e fica verde

EDP. (REUTERS/Eloy Alonso)
EDP. (REUTERS/Eloy Alonso)

A separação total da marca EDP tem de ficar concluída até 15 de janeiro do próximo ano. Mudança aplica-se a clientes do mercado regulado.

A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) deu luz verde à nova imagem e denominação para a EDP Serviço Universal que passa a designar-se SU Eletricidade. Além da mudança de nome, há uma alteração no logótipo e na cor que passa a ser verde em vez do tradicional vermelho da EDP.

“A medida visa evitar confusão com as demais marcas do grupo EDP e implica a total distinção dos elementos gráficos, cromáticos, simbológicos e comunicacionais daquele comercializador de último recurso”, explica a ERSE em comunicado divulgado esta segunda-feira.

Os símbolos e cores são distintos, acabando a ligação à EDP Comercial.

Os símbolos e cores são distintos, acabando a ligação à EDP Comercial.

Com esta mudança, fica assegurada “a neutralidade de custos para os consumidores de energia elétrica”, nota o regulador dos serviços energéticos, esclarecendo que “para garantir a total distinção, a nova imagem não contém, nem poderá conter, elementos gráficos, cromáticos, simbológicos ou comunicacionais comuns com nenhuma das empresas integradas no mesmo grupo empresarial, designadamente, com o comercializador em regime de mercado (EDP Comercial) ou o operador de redes (EDP Distribuição).”

A ERSE lembra que “a SU Eletricidade mantém-se sujeita a obrigações de serviço público e opera junto dos consumidores como comercializador de último recurso aplicando as tarifas e preços regulados” fixados pela Entidade Regulador.

“A função de comercializador de último recurso foi criada para garantir o fornecimento a todos os consumidores de eletricidade ou de gás natural, independentemente de haver ou não comercializadores em regime de mercado interessados em fornecê-lo”, lê-se no portal da ERSE na internet.

Ainda se encontram no mercado regulado cerca de um milhão de clientes domésticos, correspondendo a 6% do consumo total.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho (D), e o secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita (E). Fotografia: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Salário mínimo de 635 euros? Dos 617 dos patrões aos 690 euros da CGTP

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

Outros conteúdos GMG
EDP Serviço Universal muda de nome e fica verde