Emprego

Efacec quer mais 700 colaboradores até 2020 para alavancar crescimento

Ângelo Ramalho, CEO da Efacec. Fotografia: Pedro Granadeiro/Global Imagens
Ângelo Ramalho, CEO da Efacec. Fotografia: Pedro Granadeiro/Global Imagens

A Efacec acaba de lançar o programa Recruta+ para crescer nas áreas da mobilidade elétrica e automação.

A Efacec, empresa detida maioritariamente pela empresária angolana Isabel dos Santos, quer contratar mais 700 colaboradores até 2020 para reforçar o crescimento em todas as áreas onde opera, com especial foco na mobilidade elétrica e na automação. Ângelo Ramalho, CEO da Efacec, adiantou ao Dinheiro Vivo que quer duplicar o número de trabalhadores na área da mobilidade elétrica já em 2019, ou seja, gerir uma equipa de 200 pessoas num prazo de um ano.

Este programa de recrutamento, denominado Recruta+, visa a criação de “700 empregos líquidos”, sublinhou o gestor, ou seja, a Efacec chegará a 2020 com perto de 3150 colaboradores. Neste período, registar-se-á a “natural renovação de quadros, de saídas por mudanças de carreira”, afirmou. O processo de recrutamento tem em vista “o crescimento que a empresa vai fazer e o perfil que a empresa está a construir”, frisou.

A Efacec pretende contratar “pessoas com o perfil adequado aos objetivos que temos de reposicionar a empresa num novo posicionamento de valor, em particular no digital”, frisou Ângelo Ramalho.

Com o Recruta+, Ângelo Ramalho quer assegurar o crescimento da empresa, suportando-o também em investimentos, na inovação e desenvolvimento, em melhorias de métodos produtivos. O objetivo é tornar a Efacec mais competitiva, não só pelo preço, mas também pela tecnologia, disse.

O recrutamento dos 700 novos colaboradores será um processo em contínuo, que necessita de divulgação já que “Portugal é um país com alguma apetência por recursos qualificados”, o que diminui a disponibilidade do mercado de trabalho. A Efacec quer sinalizar “que é uma empresa empregadora”.

O Recruta+ tem uma vertente direcionada para a diversidade do género e para a concretização do objetivo de ter 500 mulheres a trabalhar na Efacec até 2020. De acordo com Ângelo Ramalho, o grupo emprega atualmente perto de 400 pessoas do sexo feminino, 50% das quais com formação superior.

Ângelo Ramalho revelou que o grupo Efacec fechou o exercício de 2017 “com crescimento da rentabilidade” e que as contas do ano passado serão anunciados em breve.

A Efacec faturou 431,5 milhões de euros em 2016 e gerou lucros de 4,3 milhões, os primeiros resultados positivos desde 2012.

 

 

 

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