Programa de aceleração

Elétricas internacionais juntam-se a programa de aceleração da EDP

EDP

Starter Acceleration Program recebeu cerca de 500 candidaturas de todo o mundo. American Eletric Power, Turning Tables e Verbund juntam-se à EDP.

Já arrancou em Madrid o primeiro módulo do novo programa global para startups de energia criado pela EDP, que procura as tecnologias mais inovadoras e que possam ser adaptáveis aos negócios das utilities internacionais.

O Starter Acceleration Program recebeu cerca de 500 candidaturas de todo o mundo, destacando-se a procura de empresas do Brasil, Estados Unidos, México, Índia e Reino Unido. A maioria das candidatas pertence às áreas de inovação digital, energias limpas e soluções focadas nos clientes, revela a EDP em comunicado.

Para o primeiro módulo, foram escolhidas as dez startups europeias de áreas consideradas essenciais para a inovação no setor energético e prioritárias para a EDP, como previsão de produção de energia, inteligência artificial, serviços para o cliente, digitalização e redes inteligentes. Os finalistas são de Espanha, Itália, França, Estónia, Grécia, Polónia, Reino Unido e Alemanha.

Três utilities internacionais decidiram juntar-se a esta primeira edição do Starter Acceleration Program, sendo parceiros da EDP neste módulo europeu: a American Eletric Power, que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 Estados norte-americanos, a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva, e a Verbund, a maior fornecedora de eletricidade da Áustria.

O módulo europeu vai dar a conhecer às startups as quatro elétricas participantes e respetivas necessidades. As equipas vão poder apresentar as suas ideias para o setor energético e serão acompanhadas no desenvolvimento dos seus projetos.

Em julho, a semana de trabalho vai repetir-se em São Paulo, no Brasil, e em setembro, em Houston, nos Estados Unidos. Os projetos com maior potencial serão selecionados para a final e o vencedor será anunciado durante a Web Summit, em novembro, na capital portuguesa. Durante a cimeira, os finalistas vão ter ainda a oportunidade de mostrarem os seus produtos.

“A diversidade das nacionalidades que se candidataram e que foram escolhidas demonstra que este programa está a conseguir ser verdadeiramente global, o nosso objetivo quando o criámos. Estamos ansiosos por receber os dez finalistas europeus, conhecer os seus projetos e perceber de que forma podemos trabalhar juntos. A inovação aberta é, cada vez mais, o futuro deste setor”, destaca Carla Pimenta, diretora de inovação do grupo EDP.

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