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EmanaGreen quer trazer o papel de pedra para Portugal

Papel de pedra. Fotografia: D.R.
Papel de pedra. Fotografia: D.R.

A EmanaGreen é a única empresa distribuidora na Península Ibérica do papel de pedra, quer entrar, este ano, em Portugal

A EmanaGreen é a única empresa distribuidora na Península Ibérica do papel de pedra, quer entrar, este ano, em Portugal, com a abertura de duas sucursais, em Lisboa e no Porto.

A ideia para a criação deste produto surgiu quando Joan Ricart e Ignacio Schmidt, fundadores
da empresa, se deixaram inspirar por um trabalho feito em papel mineral, na School of Visual
Art of New York. A sua condição ecológica e de resistência motivou-o a contactar o seu
inventor, produtor e proprietário da patente, dando origem à EmanaGreen em 2010.

Para o CEO da empresa o papel de pedra é “um produto diferenciador, com características distintas e reconhecimento notável, garantindo sempre o cumprimento de valores fortemente ecológicos sem condicionar a adequação do produto aos seus pressupostos”.

Trata-se de um papel inovador, elaborado pelo conglomerado do Tawain TLM, e reconhecido pela certificação ecológica Cradle to Creadle como infinitamente reciclável. A sua produção requer cerca de menos 50% de energia em relação ao papel tradicional e não precisa de água nem de madeira para a sua elaboração, nem de qualquer adição de químicos. É fabricado com 80% de carbono cálcico e 20% de polietileno de alta densidade, permitindo a impressão em quase todos os sistemas atuais, incluindo as novas impressões digitais.

“Uma tonelada de papel de pedra, que é composta de poeira mineral e 20% de polietileno, evita o abate de 10 metros cúbicos de madeira e o consumo de 110 toneladas de água, mas também oferece melhor desempenho do que o papel normal, que é impermeável, resiste a graxa e óleo e tem um toque sedoso, muito elegante “, acrescenta o CEO.

A empresa domina o mercado ibérico e colabora na logística e desenvolvimento de novas aplicações do produto, com parceiros em Inglaterra, Alemanha e França.

Em 2017, a EmanaGreen superou os 750.000 euros, mais de 35% em relação a 2016. E para 2018, prevê um ritmo de crescimento semelhante, com base num plano estratégico assente no desenvolvimento de novas aplicações e na captação de novos clientes.

A penetração em mercados em que os produtos de PVC são expressivos é também um pressuposto estratégico da empresa, atendendo à competitividade dos seus preços.

A marca comercializa através da sua rede comercial, nomeadamente para profissionais de artes gráficas, de etiquetagem, de sacos, posters, cadernos, mapas, cartões de crédito em PVC. O produto também pode ser adquirido através da sua plataforma oficial.

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