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Empreendedoras vêem ferramentas digitais como essenciais para o negócio

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Fonte: Pixabay

O estudo International Own Business Study revela ainda que há 37% das mulheres que querem ter negócio próprio.

A propósito do Dia Internacional da Mulher, assinalado esta sexta-feira, são reveladas algumas das conclusões do estudo, ligadas ao universo feminino. As mulheres já representam 42% do bolo total de proprietários de negócio próprio. Nesta segunda edição do estudo, desenvolvido a nível internacional pelo grupo alemão METRO, onde está incluída a Makro Portugal, foram inquiridas mais de dez mil pessoas, em dez países, com Portugal incluído.

Uma percentagem considerável das empreendedoras portuguesas (85%) aponta que as ferramentas digitais são essenciais para assegurar a gestão do negócio no dia-a-dia. Este valor está acima da média dos países inquiridos, que se situa nos 79%.

Apesar de considerarem as ferramentas digitais como um recurso importante para o negócio, só 38% das mulheres inquiridas tem uma página na Internet para divulgar o seu negócio. Menos de metade (47%) recorrem às redes sociais para publicitar os seus bens e serviços.

Em Portugal, 37% de mulheres afirmam que gostariam de ter o seu próprio negócio. No entanto, apenas 2% das mulheres concretizaram esta ideia. O resultado português está ligeiramente abaixo dos níveis internacionais: 40% das mulheres gostaria de arrancar com negócio próprio, mas só 3% acaba por concretizar essa ideia.

As maiores entraves ao negócio também são claras para as empreendedoras portuguesas: 25% considera que encontrar financiamento é a fase mais difícil de todo o processo. A manutenção do negócio próprio é também outro desafio muito mencionado.

Traçando o retrato das empreendedoras portuguesas, 65% das empreendedoras portuguesas tem menos de 45 anos. No panorama geral, os valores são menos díspares: 49% das proprietárias de negócios próprios têm menos de 45 anos, contra 51% das mulheres acima dos 45 anos.

Este estudo revela ainda que 82% das empreendedoras portuguesas voltaria a abrir o seu negócio, mostrando que não se arrependem da decisão tomada. A segunda edição do estudo foi feita em Portugal, Alemanha, Índia, Itália, Rússia, Espanha, Turquia, Roménia, República Checa e Portugal, com um total de dez mil participações.

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