Coronavírus

Empresa de impressões 3D ajuda hospitais com produção de viseiras

Exemplo de uma impressora 3D da portuguesa BeeVeryCreative. (Arquivo/Global Imagens)
Exemplo de uma impressora 3D da portuguesa BeeVeryCreative. (Arquivo/Global Imagens)

Angariar pessoas ou empresas que possuam impressoras 3D, para ajudar hospitais a ter o material necessário, é o objetivo desta iniciativa.

A empresa portuguesa de impressões a três dimensões FAN3D criou um formulário para a produção de viseiras, de auxílio a hospitais, devido à pandemia da Covid-19, tendo já mais de 50 impressoras aderido ao movimento.

A ideia, criada em 18 de março, seguiu-se a uma primeira produção por parte da empresa lisboeta, que entregou 30 viseiras ao hospital de Setúbal, o que gerou muitos pedidos de outras instituições hospitalares de todo o país e à entrega de mais materiais médicos elaborados pela FAN3D.

O formulário (ver aqui), disponível na página da empresa na rede social Facebook, foi já preenchido por mais de 50 entidades de todo o país, tendo como objetivo angariar pessoas ou empresas que possuam impressoras a três dimensões, de forma a conseguir ajudar hospitais a ter o material necessário para o combate à pandemia da Covid-19.

“Temos uma enorme vontade de ajudar qualquer instituição que precise de material médico nesta complicada altura em que os bens necessários estão a esgotar e toda a ajuda é bem recebida”, afirmou o diretor da empresa, Eurico Assunção.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou perto de 428 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 19.000.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

Em Portugal, há 43 mortes, mais 10 do que na véspera (+30,3%), e 2.995 infeções confirmadas, segundo o balanço feito hoje pela Direção-Geral da Saúde, que regista 633 novos casos em relação a terça-feira (+26,8%).

Dos infetados, 276 estão internados, 61 dos quais em unidades de cuidados intensivos, e há 22 doentes que já recuperaram.

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