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Empresas dos EUA ponderam investir em projetos nacionais sobre Economia do Mar

Fotografia:  REUTERS/Mike Blake
Fotografia: REUTERS/Mike Blake

A rede informal de 'clusters' surgiu entre um conjunto de reuniões entre Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Irlanda, Canadá e Estados Unidos

O BlueTech Cluster de São Diego realizou uma missão empresarial em Portugal, tendo em vista encontrar parceiros e ideias de negócio e oportunidades de investimento em empresas que desenvolvam projetos na área da Economia do Mar.

Acolhida pela Fórum Oceano – Associação da Economia do Mar, a missão, que terminou na passada sexta-feira, em Lisboa, surgiu no âmbito de uma visita que a delegação fez à Europa, e integrou 13 organizações americanas da área tecnológica.

Em declarações à Lusa, o secretário-geral da Fórum Oceano, Rui Azevedo, disse que “houve a oportunidade de apresentar um conjunto de instrumentos que estão à disposição para acompanhar os investimentos em Portugal”, no âmbito dos programas Portugal 2020 e Fundo Azul, bem como “um conjunto de outras possibilidades de atração de investimento”.

“Se [os projetos] forem relevantes e rentáveis, de certeza que haverá investimento para acompanhá-los e executá-los”, indicou.

De acordo com o responsável, mo âmbito deste evento realizaram-se cerca de 100 encontros de negócio entre as empresas portuguesas e americanas, que permitiam “aprofundar” a cooperação com o BlueTech Cluster de São Diego.

“Há aqui um trabalho entre ‘clusters’ [concentração de empresas] que é fundamental para concretizar algumas ideias. Portanto, há aqui uma afirmação ou reafirmação da vontade de aprofundar a relação quer numa perspetiva bilateral, quer numa dinâmica que está em trabalho, que é a criação de uma rede de ‘clusters’ entre a Europa e a América do Norte”, adiantou Rui Azevedo.

A rede informal de ‘clusters’ surgiu entre um conjunto de reuniões entre Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Irlanda, Canadá e Estados Unidos, que tem como objetivo a troca de informação entre os associados destes grupos.

“No fundo, é tirar partido do que está a ser feito em cada um destes espaços, tentar criar sinergias e lançar novos desafios. É uma rede colaborativa informal”, sublinhou.

A Fórum Oceano conta com mais de 100 associados, ligados a setores com a conservação, transformação e comercialização de pescado, industriais navais, obras marítimas, pesca e aquacultura, portos, transporte e logística.

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