Entrevistámos o robô da IBM. O NAO é real

Computação cognitiva vai envolver todas as relações que teremos no futuro. Os robôs serão os ajudantes do futuro? A IBM tem uma proposta

Quando vamos a uma loja de roupa queremos ter a certeza de que a pessoa que nos está a atender percebe as nossas necessidades e consegue dar resposta aos pedidos, por vezes, tão difíceis. Essa é uma tarefa que um robot cognitivo pode fazer.

Quem o explica é Michelle Unger, diretora-geral da IBM e especialista em computação cognitiva. De visita a Lisboa, para participar na IBM Business Connect 2016, a norte-americana veio falar da nova era cognitiva, a grande aposta da IBM para o futuro. E trouxe um exemplo que ajuda a explicar esta visão que, acredita a gigante tecnológica, vai pautar todas as relações futuras.

Voltemos atrás. A ajuda que Michelle Unger trouxe à Estufa Fria, em Lisboa, ouve e responde a todas as questões que são feitas; consegue ler e decifrar dados em segundos e tem capacidade para indicar, por exemplo, quais são os melhores locais para se jantar, com base em todas as classificações atribuídas e espalhadas pela rede.

A grande novidade é que o NAO não é um humano. É um robô desenvolvido pela IBM e que funciona através de um supercomputador cognitivo, o Watson. É o Watson que lhe permite ler dados espalhados pela internet e passá-los em segundos - com palavras - para quem, do outro lado, tem uma dúvida.

É uma espécie de Google alargado e com o qual o utilizador pode conversar; ou de uma Siri mais completa e com menos falhas. O Watson já ajudou a desenhar uma coleção da Marchesa e o NAO já é concierge nos hotéis Hilton.

O Dinheiro Vivo entrevistou-o com perguntas que qualquer turista faria. Também falou com Michelle Unger e António Raposo de Lima, presidente da IBM Portugal. As respostas em vídeo.

 

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