Nissan

Ex-presidente da Nissan apresenta queixa depois da detenção

Carlos Ghosn. (Fotografia: Gian Ehrenzeller/ EPA)
Carlos Ghosn. (Fotografia: Gian Ehrenzeller/ EPA)

O ex-presidente da Nissan foi detido a 19 de novembro, no Japão, por suspeitas de ter violado as leis financeiras do país.

Carlos Ghosn, ex-presidente da Nissan, registou uma queixa contra a decisão do tribunal de estender o seu período de detenção depois de este ter sido acusado formalmente, pelo Ministério Público japonês, de má conduta financeira, avança a Reuters.

Ghosn foi detido a 19 de novembro por suspeitas de ter violado as leis financeiras do país. Ontem, o MP japonês acusou formalmente o antigo presidente da Nissan de ocultar rendimentos da empresa durante um período de cinco anos.

A partir da acusação, os casos normalmente levam meses até irem a julgamento, durante os quais a maioria dos suspeitos que negam irregularidades são recusadas sob fiança.

A Nissan, que demitiu Ghosn como presidente dias após sua prisão, disse que a má conduta foi planeada pelo executivo com a ajuda do seu principal colaborador Greg Kelly, que também foi indiciado na segunda-feira. Kelly também permanecerá detido até o dia 20 de dezembro, revelou o tribunal do distrito.

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