OE2020

Expansão do metro de Lisboa só na segunda metade de 2020

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Metro de Lisboa (Orlando Almeida / Global Imagens)

Linha circular verde terá duas estações na Estrela e Santos, mas os trabalhos só arrancam depois do verão

A abertura de duas novas estações de Metro, na Estrela, e em Santos, vão ter de esperar mais uns meses. É que, se no ano passado se previa que as obras arrancassem no início de 2020, na proposta para o Orçamento do Estado de 2020, o governo faz derrapar o arranque dos trabalhos para a segunda metade do ano.

“Em 2018, aprovaram-se as maiores expansões dos últimos 10 anos das redes do metro de Lisboa e do Porto, com início previsto no segundo semestre de 2020”, refere o relatório que acompanha a proposta de lei para o Orçamento do Estado de 2020.

Ainda para o Metropolitano de Lisboa, o Executivo lembra o projeto que vai criar uma linha circular que envolve a área centrar da cidade, e que será a linha verde, um plano que vai custar um total de 210 milhões de euros; 46 milhões já no próximo ano.

Há um ano, precisamente na proposta para o Orçamento de 2019, tinha ficado determinado que “a expansão do Metropolitano de Lisboa consistirá num investimento de 210,2 milhões de euros, devendo as obras arrancar até ao final do primeiro semestre de 2019”.

O plano previsto para o Metropolitano de Lisboa mantém-se em linha com o previsto, lembrando o executivo que haverá um “aumento de frota de 20% (mais 14 unidades triplas) e implementação do novo sistema de sinalização CBTC nas linhas Verde, Amarela e Azul, representando 137 milhões de euros”.

Para o Metro do Porto, o Executivo realça que já existe vencedor para o “concurso de fornecimento de 18 novas unidades circulantes” que representam um investimento de 50 milhões de euros”.

No Metro do Porto, será criada a nova linha Rosa (entre a Casa da Música e São Bento), enquanto se expande a linha Amarela (até Vila d’Este). No total, sete novas estações são criadas ao longo dos novos seis quilómetros de linha, diz o Executivo, que prevê um investimento, em 2020, de “cerca de 75 milhões de euros, de um total de 308 milhões de euros”.

A compra de material circulante não fica pelos metropolitanos. O executivo, que já tinha anunciado um reforço que será especialmente alocado à ferrovia, lembra agora que “a aquisição de material circulante para as empresas públicas de transportes públicos no valor de 824 milhões de euros até 2023 constitui o maior investimento dos últimos 20 anos”.

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