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Farfetch abre candidaturas para estágios remunerados

Farfetch
REUTERS/Toby Melville

A plataforma luso-britânica que opera no segmento de luxo tem 36 vagas disponíveis para recém-graduados fazerem um estágio remunerado de seis meses.

A Farfetch, plataforma tecnológica líder global para a indústria da moda de luxo, lançou a quarta edição do programa PLUG-IN, de estágios remunerados. Esta iniciativa arranca este ano com 36 vagas disponíveis para “recém-graduados nas áreas de Tecnologia (Information Systems, Security, Architecture, Infrastructure, Engineering) e Produto (Product Design, Back Office Products, Product General, Product Analytics, Product Data Science)”.

Os candidatos a este programa, de acordo com o comunicado enviado às redações, vão passar por uma fase de avaliação inicial, “da qual faz parte a análise de perfil e uma primeira entrevista, este ano” sendo que, o “processo de seleção inclui um hackathon, um evento de um dia, em formato de ‘design thinking sprint‘, que será realizado nos escritórios da Farfetch no Porto e em Lisboa, e no qual os candidatos terão de dar resposta a desafios técnicos. Neste dia, haverá já um primeiro contacto com alguns dos futuros mentores que terão uma participação ativa enquanto júri do hackathon“.

Cipriano Sousa, CTO da Farfetch, explica que: “O programa PLUG-IN dá aos participantes a possibilidade de sair da universidade e entrar diretamente numa experiência profissional única, na qual têm a oportunidade de ser desafiados, aprender e participar no desenvolvimento de uma plataforma tecnológica verdadeiramente global. Na prática, isto significa uma oportunidade de aprender com os nossos mentores, integrando equipas internacionais, desenvolvendo competências técnicas e, ao mesmo tempo, passando por experiências pessoais muito ricas”.

O programa começa em setembro e terá a duração de seis meses, nos escritórios da Farfetch em Lisboa, Porto e Braga.

Na semana passada, a empresa liderada por José Neves comunicou ao mercado que os seus prejuízos mais que duplicaram, de 50,7 milhões de dólares no primeiro trimestre de 2018, para 109,3 milhões no primeiro trimestre de 2019. No comunicado publicado com os resultados da empresa, a tecnológica justifica este aumento de 115,4% nas perdas com uma subida dos custos operacionais combinada com a valorização do dólar, que a Farfetch não previu e que levou a perdas cambiais nas transações internacionais.

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